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Ministério da Agricultura da Nigéria visita Instituto de Pesca e busca parceria com Secretaria para melhorar a produção

O governo nigeriano tem interesse em firmar parceria com o Governo do Estado de São Paulo para ter acesso a novas tecnologias e melhorar a sua produção agropecuária, com foco nos pequenos produtores e agricultores familiares. Em visita às instalações do Instituto de Pesca, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, no dia 10 de março de 2017, a comitiva liderada pelo cônsul geral da Nigéria, Muntari Abdu Kaita, foi recepcionada pela pesquisadora do Instituto Cláudia Maris Ferreira Mostério, que representou o diretor Luiz Marques da Silva Ayroza, e pelo secretário executivo das Câmaras Setoriais da Secretaria e assessor do gabinete, Alberto Amorim.

De acordo com o representante da comitiva, “a expectativa é que o trabalho desenvolvido pelo Brasil resulte em negócios, mostrando o potencial em várias áreas para parcerias. O que se alcançou com a visita foi uma total abertura para novos incentivos e projetos na criação de peixes, desde os alevinos até a fase de engorda”, avaliou.

Durante a visita, acompanharam o cônsul geral o representante do Ministério Federal de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Abdullahi G. Abubakar; o conselheiro técnico sênior em mecanização do Ministério, Ahmed D. Adekunle; o diretor federal de Agricultura, Amin Babandi; e Darlington George e Chika Emmanuel, respectivamente, presidente e secretário geral da Nigerians in Diaspora Oganization (Nido), organização de atuação global de fomento ao desenvolvimento da Nigéria.

Para Alberto Amorim, o Estado de São Paulo tem condições de transferir inovações geradas pelos institutos de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e desenvolver novos projetos, se um acordo de trabalho, estratégico para a Nigéria, for estabelecido. “O clima da Nigéria é bem parecido com o do Brasil, de forma que é possível implantar naquele país, como acontece aqui, a agricultura familiar, para que a população produza seu próprio alimento com novas tecnologias, como o policultivo de arroz com peixe, conhecido como rizipiscicultura”, disse, ressaltando o interesse do governo paulista em cooperar com o nigeriano. “Apoiar o produtor e aproximar do setor o conhecimento gerado pela pesquisa são diretrizes do governador Geraldo Alckmin para a Pasta”, finalizou.

Diante da sinalização de interesse dos nigerianos, informou Amorim, a Secretaria apresentará um protocolo de intenções para sistematizar a transferência das tecnologias, que deverá ser feita com o diálogo entre os representantes de cada departamento das entidades.

Conforme observou a pesquisadora do Instituto de Pesca Cíntia Badaró Pedroso, o Ministério da Agricultura da Nigéria tem como foco a capacitação desde o pequeno agricultor até os grandes empreendimentos na área da agricultura. “Como o país nunca praticou piscicultura, é provável que iniciem a atividade com a criação de tilápia”, explicou.

Também recepcionaram a comitiva os pesquisadores Maria Teresa Duarte Giamas, Marcos Aureliano Silva Cerqueira, diretor do Centro de Recursos Hídricos, Carlos Massatoshi Ishikawa, diretor do Centro de Peixes Ornamentais e Katharina Eichbaum Esteves, coordenadora da Pós-graduação do Instituto de Pesca.

- Por Cibele Santos Silva e
        Paloma Minke, jornalista da SAA-SP
- Revisão Márcia Cipólli

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