1º semestre de 2017


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM

 

Disciplina

TÓPICOS ESPECIAIS: ASPECTOS DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PEIXES

Código

IPC-003-35

Docente(s) responsável(is)

Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Maria José Ranzani de Paiva

Docentes ministrante

PqC Dr. Vander Bruno dos Santos

Créditos

02 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

15

Período

07 a 15 de março de 2017 - 09h às 12h e das 14h às 17h

Cronograma e horário

Dia 07 a 09 de março – aulas teóricas, práticas, avaliação e distribuição de seminários.

Dia 14 de março - Preparação do seminário e esclarecimento de dúvidas dos discentes.

Dia 15 de março – Apresentação de seminários e fechamento.

Local de realização

Instituto de Pesca – Sala da Pós-Graduação, São Paulo, SP

Outras informações

Qualquer dúvida, entrar em contato com a Prof. Vander Bruno dos Santos – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ementa

Aspectos zootécnicos relacionados ao crescimento, aplicações e cálculos; Morfometria e alometria; Crescimento compensatório e curvas de crescimento; Aspectos da fisiologia muscular de peixes e miogênese; Crescimento e desenvolvimento dos tecidos muscular e adiposo; Fatores ambientais e endócrinos que afetam o crescimento de peixes; Crescimento e composição química tecidual; Recursos computacionais e análises estatísticas de dados de crescimento.

Critérios de Avaliação

Avaliação e apresentação de seminários

Procedimentos didáticos

Aulas teóricas expositivas, discussões de artigos científicos e aula prática

Objetivos

Apresentar aos discentes os aspectos relacionados ao crescimento e desenvolvimento de peixes, a influência de fatores intrínsecos e extrínsecos, a importância, peculiaridades desses animais e as diferentes formas de avaliação do aumento em massa muscular.

Recursos necessários

Recursos audiovisuais (datashow), microscópio, cópias

Bibliografia

Johnston, I. A. Fish physiology - Muscle Development and Growth. Elsevier. v. 18. 2001.

SANTOS, V. B. Crescimento morfométrico e alométrico de linhagens de Tilápia (Oreochromis niloticus). 2004. 86 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2004.

SANTOS, V. B. Crescimento tecidual e composição corporal de linhagens de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). 2007. 90p. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2007.

Santos, V.B. Aspectos morfológicos da musculatura lateral dos peixes. B. Inst. Pesca 33, 127 – 135. 2007

Santos, V.B., Mareco, E.A., Silva, M.D.P. Growth curves of Nile tilapia (Oreochromis niloticus) strains cultivated at different temperatures. Acta Sci. Anim. Sci. 35, 235–242.  2013. doi:10.4025/actascianimsci.v35i3.19443

WEATHERLEY, A. H.; GILL, H. S. The biology of fish growth. London: Academic, 1987. 443 p.

Won, E.T., Borski, R.J. Endocrine regulation of compensatory growth in fish. Front. Endocrinol. (Lausanne). v.4, 74. 2013 doi:10.3389/fendo.2013.00074

 

 

Disciplina

ECOLOGIA HUMANA

Código

IPC 008

Docente responsável

Profa. Drª Paula Maria Gênova de Castro

Docentes colaboradores

Prof. Dr Jocemar Tomasino Mendonçae Profa. DrªIngrid Cabral Machado

Créditos

3 créditos

Carga horária

45 horas-aula

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

20

Período

03 a 07 de abril de 2017

Cronograma e horário

03 a 06/04 – aulas teóricas

07/04

Manhã

Saída a campo – Reserva Extrativista do Mandira

Tarde e noite

Avaliação por meio da apresentação dos Seminários

Local de realização

Estação Quarentenária de Cananéia, SP

Outras informações

Qualquer dúvida, entrar em contato com a Profª. Ingrid Cabral Machado  – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.ou Profº Jocemar Tomasino Machado – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ementa

Introduzir as abordagens da Ecologia Humana aplicáveis à pesca e aquicultura. Descrever os tipos de sociedades pesqueiras que podemos encontrar no país. Propiciar ao aluno o conhecimento do planejamento e métodos de uma pesquisa etnoecológica. Apresentar opescador como sujeito social inserido no sistema socioecológico, com suas características de produção, meios de vida e conhecimento. Discutir as teorias, os conceitos e as possibilidades de gestão pesqueira abordadas no âmbito da disciplina.

Critérios de Avaliação

Participação e apresentação de seminário.

Bibliografia básica

BEGOSSI, A. Ecologia Humana, um enfoque das relações homem-ambiente. Interciência, vol. 18, nº3, maio-junho de 1993.

BEGOSSI, A.; HANAZAKI, N.; SILVANO, R.A.M.; Ecologia Humana, Etnoecologia e Conservação. Em: Amorozo, M.C.M et al. Métodos de coleta e Análise de dados em Etnobiologia, Etnoecologia e Disciplinas Correlatas. UNESP/CNPq, 2002.

BERKES, F. & FOLKE, C. Linking social and ecological systems. Cambridge University Press, UK, 2000.

BERKES, F.; COLDING, J. & FOLKE, C. Navigating social and ecological systems. Cambridge University, 2003.

CAMPOS, M. D. Etnociência ou etnografia de saberes, técnicas e práticas. Em: Amorozo, M.C.M et al. Métodos de coleta e Análise de dados em Etnobiologia, Etnoecologia e Disciplinas Correlatas. UNESP/CNPq, 2002

DIEGUES, A. C. S. Povos e mares. NUPAUB, São Paulo, 1995. p. 260.

GALÚCIO, D. M. R. Amazônia: pescadores contam histórias. IBAMA/PRO-VÁRZEA, Coleção Retrato Regional, Santarém, AM, 2004. p. 132.

KORMONDY, E. J. & BROWN, D. E. Fundamentals of human ecology. Prentice Hall, New Jersey, USA, 1998. p.503.

McCAY, B. J. & ACHESON, J. M. The question of the commons: the culture and ecology of the comunal resourses. The University Arizona Press, USA, 1990. p. 439.

MORAN, E. A ecologia humana das populações da Amazônia. Ed. Vozes, Petrópolis, RJ. 1990.

OSTROM, E. Governing the commons: the evolution of institutions for collective action. New York, Cambrigde University Press. 1990. p. 298.

PRATES, A. P. & BLANC, D. (org) Áreas aquáticas protegidas como instrumento de Gestão Pesqueira. Série Áreas Protegidas do Brasil 4, MMA/SBF, 2007. p. 271.

POSEY, D.A. Etnobiologia: Teoria e Prática, 1987

TOLEDO, V.M. What is Ethnoecology? Etnoecológica, vol. 1 nº 1, 5-22, abril de 1992.

VIEIRA, P. F. & RIBEIRO, M. A. (orgs.) Ecologia Humana, ética e educação: a mensagem de Pierre Dansereau. Palloti, PA, 1999

 

Disciplina

DELINEAMENTO EXPERIMENTAL E ESTATÍSTICA APLICADA À AQUICULTURA E À PESCA

Código

IPC 010

Docente responsável

Prof. Dr. Fabio Cop Ferreira

Créditos

04 créditos

Carga horária

60 horas-aula

Nº de alunos mín.

04

Nº de alunos máx.

15

Período

03 a 12 de maio de 2017 - das 8h30 às 17h30

Cronograma e horário

03 de Maio: Introdução ao R.

04 de Maio: Medidas de Tendência Central e Dispersão. Análises Exploratórias e Gráficos em R.

05 de Maio: Métodos de amostragem. Distribuição dos Erros amostrais. Unidade amostral e replicação.

08 a 12 de Maio: Testes de hipóteses. Tipos de delineamentos e testes estatísticos. Avaliação.

Local de realização

Instituto de Pesca, Santos, SP.

Ementa

Traduzir hipóteses científicas em modelos estatísticos. Aplicar modelos estatísticos na quantificação e interpretação de fenômenos em pesca e aquicultura. Utilizar softwares estatísticos para análises exploratórias, testes de hipóteses e apresentação gráfica. Tópicos: Tipos de dados e escala de mensuração. Análise exploratória, medidas de tendência central e de dispersão. Amostragem. Distribuições estatística dos erros amostrais: Normal, Poisson, Binomial. Conceitos de unidade amostral, réplica e pseudo-réplica. Testes de hipóteses, precisão, acurácia, erros do tipo I e II, poder do teste. Tipos de delineamentos e testes estatísticos: teste de qui-quadrado, teste t, Análise de Variância (simples, fatorial, medida repetida, aninhada), Regressão (simples e múltipla) e correlação. Estatísticas não paramétricas.

Bibliografia básica

 

BHUJEL, R. C. 2008. Statistics for aquaculture. Ames: Wiley-Blackwell. 222p.

BICUDO, C. E. de M.; BICUDO, D. de C. 2007. Amostragem em limnologia. 2ª ed. São Carlos: RIMA. 352p.

CALLEGARI-JACQUES, S. M. 2003. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed. 255p.

GOTELLI, N. J.; ELLISON, A. M. 2011. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre: Artmed. 527p.

KREBS, C.J. Ecological methodology. 3rd. ed. Menlo Park: Addison Wesley Longman, 2014. Disponível em: http://www.zoology.ubc.ca/~krebs/books.html

LEMOINE, N. P., HOFFMAN, A., FELTON, A. J., BAUR, L., CHAVES, F., GRAY, J., YU, Q. & SMITH, M. D. Underappreciated problems of low replication in ecological field studies. Ecology. 2016. Early view.

LOGAN, M. 2010. Biostatistical design and analysis using R. Oxford: Wiley-Blackwell. 546p.

MANLY, B. F. J. & ALBERTO, J. A. N. Introduction to Ecological Sampling. London: CRC Press. 2015. 212p.

NUZZO, R. Scientific method: Statistical errors. Nature. 2014. 506: 150-152.

RUXTON, G. D. & COLEGRAVE, N. Experimental design for the life sciences. 4th ed. Oxford University Press. 2016. 202p.

TRIOLA, M. F. 2013. Introdução à estatística. 11ª ed. Rio de Janeiro: LTC. 740p.

VIEIRA, S. 2006. Análise de variância. São Paulo: Ed. Atlas. 204p.

VIEIRA, S. 2010. Bioestatística: tópicos avançados. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 288p.

ZAR, J. H. 2010. Biostatistical analysis. 5th Ed. New Jersey: Pearson Prentice Hall. 944p.

Critérios de Avaliação

Exercícios em sala, apresentações de seminários, análise de artigos científicos, prova individual.

Outras informações

O curso será teórico-prático utilizando o programa R. Portanto, é necessário que o aluno traga um computador portátil com os softwares R (https://www.r-project.org/) e RStudio (https://www.rstudio.com/products/rstudio/download/) instalados.

Durante o curso será utilizado o material de apoio disponível no endereço: https://sites.google.com/site/ecolsampling/home. Para melhor aproveitamento, recomenda-se que o aluno estude previamente ao curso o tópico: “(Breve) Introdução ao R” (https://sites.google.com/site/ecolsampling/home).

Qualquer dúvida, entrar em contato com o  Profº Fabio Cop Ferreira - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: AQUICULTURA

 

Disciplina

ECOFISIOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS

Código

IPA-012

Docente Responsável

Edison Barbieri

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

02

No máximo de alunos

08

Período

Período de 04 a 13 de janeiro de 2017

Ementa

·            Estudo dos efeitos de fatores ambientais na fisiologia de organismos aquáticos

·            Compreender as diferentes respostas dos Efeitos dos fatores ambientais sobre a fisiologia de organismos aquáticos

·            Desenvolver os conceitos básicos da ecofisiologia e bioenergética, juntamente com a metodologia relacionada a estes conceitos e discutir temas atuais dentro da aquicultura.

Cronograma

 

·                     Aulas teóricas e práticas de 04 a 13 de janeiro de 2017 em Cananéia.

Local de realização

·                     Instituto de Pesca – Cananéia  (aulas teóricas)

 

Outras informações relevantes

As despesas com alimentação decorrentes dos deslocamentos para as visitas técnicas correrão por conta dos próprios alunos. Hospedagem serão custeados pelo Programa.

Bibliografia básica

Cossins, A.R. and Bowler, K. 1987. Temperature biology of animals. Chapman and Hall. London. 339 pp.

Díaz-Iglesias, E. 1989. Aspectos de la fisiología de animales acuáticos. Ministerio de Educación. Editorial Pueblo y Educación. Cuba. 375 pp.

Eckert, R. D. Randall y R. Augustine. 1989. Fisiología animal mecanismos y adaptación. Interamericana. McGraw Hill. 650 pp.

Gnaiger, E. and Forstner, H. 1983. Polarographic oxygen sensors, Aquatic and physiological applications.

Outras Informações

Qualquer dúvida, entrar em contato com o  Profº Edison Barbieri -  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Disciplina

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PEIXES MARINHOS

Código

IPA-008

Docente responsável

Eduardo Gomes Sanches

Créditos

4 créditos

Carga horária

60 horas-aula

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

12

Período

De 23 a 31 de janeiro de 2016.

Cronograma e horário

Aulas teóricas: 23 a 25/01; Aula de campo: 26 e 27/01; Apresentação de seminário: 31/01.Horário das 08h às 12h e das 14h às 18h

Local de realização

Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Litoral Norte – Ubatuba/SP

Ementa

Situação atual e perspectivas para o cultivo de peixes marinhos no Brasil; Sistemas de produção de peixes marinhos: Tanques escavados, Tanques-rede e Sistemas de recirculação de água salgada; Principais espécies com potencial para produção comercial; Técnicas de reprodução, larvicultura e engorda para a produção comercial de peixes marinhos; Impactos ambientais da atividade; Processo de licenciamento da atividade; Viabilidade econômica dos principais sistemas de produção em piscicultura marinha.

Outras informações

Há alojamento gratuito em Ubatuba para doze pessoas. Existe a necessidade de se trazer roupa de cama. 

As despesas com transporte decorrentes das aulas de campo (que serão realizadas em Ilhabela/SP e Ubatuba/SP) correrão por conta dos alunos. Qualquer dúvida, entrar em contato com a Prof.

Eduardo G. Sanches (Tel.: 12-3833-3017/ Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Critérios de Avaliação

Apresentação de seminário.

Bibliografia básica

 

SANCHES, E.G. Piscicultura marinha no Brasil: uma alternativa de produção e conservação. Aqüicultura & Pesca, v.34, p.16-22, 2007.

LOSORDO, T.M.; MASSER, M.P. & RAKOCY, J.E. Recirculating aquaculture tank prodution systems: an overview of critical considerationsSouthern Regional Aquaculture Center, n.451, 12p., 1998.

APEC/SEAFDEC. 2001. Husbandry and health management of grouper. Philippines: SEAFDEC, 2001. 94 p.

CAVALLI, R.O.; HAMILTON, S. A piscicultura marinha no Brasil. Afinal, quais as espécies boas para cultivar? Panorama da Aquicultura, v.17, n. 104, p. 50-55, 2007.

CERQUEIRA, V.R. Cultivo de peixes marinhos. In: Baldisseroto, B.; Gomes, L.L.Espécies nativas para piscicultura no Brasil. Editora UFSM. Santa Maria/ RS. p. 369-406, 2005.

HONG, W-S.; ZHANG, Q-Y. Artificial propagation and breeding of marine fish in China. Chinese Journal of Oceanology and Limnology, v. 20, n.1, p. 41-51, 2002.

OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J.R.; SOTO, D. Aqüicultura no Brasil: o desafio é crescer. Brasília: SEAP, 2008.

 

Disciplina

CULTIVO DE RÃS: ASPECTOS ECOLÓGICOS, FISIOLÓGICOS E ZOOTÉCNICOS

Código

IPA-005

Docente Responsável

Cláudia Maris Ferreira Mostério

Créditos

03 créditos

carga horária

45 horas-aula

no mínimo de alunos

04

no máximo de alunos

15

Ementa

Estudo dos aspectos biológicos, ecológicos, fisiológicos e zootécnicos relacionados à produção comercial de rãs; tecnologias de cultivo; manejo físico, alimentar e sanitário em ranários comerciais; doenças emergentes; conceitos sobre elaboração de projetos zootécnicos e análise econômica, comercialização e estratégias para a promoção do cultivo sustentável.

Período

De 21 a 29 de março de 2017

Cronograma

•          21 a 23/03/16 das 9:00 às 17h Aulas teóricas

•          24/03/16 das 9:00 às 17h – Aula teórica manhã e Aula prática (Laboratório) a tarde.

•          28/03/16 das 8:00 às 19:00 h – Aula de Campo. Visita a um Ranário (Juquitiba – à confirmar).

•          29/03/16 das 9 às 12 h - avaliação/seminario

Local de realização

•          Auditório do Instituto de Pesca - Parque da Água Branca – São Paulo (aulas teóricas)

Possibilidade de visita ao Ranário Comercial “Ranakan– Juquitiba (aula de campo)

Recursos necessários*

 

  • Sala de aula com infra-estrutura básica: aparelhos: 01 microcomputador e datashow; e materiais: quadro branco com canetas e tela de projeção.

 

Outras informações relevantes

A visita ao Ranário RanaKan em Juquitiba está sujeita à confirmação, que será feita até 10 dias antes do início da disciplina. As despesas e providências relativas ao transporte e alimentação, correrão por conta dos alunos. Qualquer dúvida, entrar em contato com a Profa. Cláudia Maris (Tel.:11-3871-7516 / 83 Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Bibliografia

CONAMA. Resolução no 20, de 18 de junho de 1986. Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente. D.O.U. Executivo 30/07/86. p. 11.356, 1986.

DIAS, D.C.; DE STÉFANI, M.V.; FERREIRA, C.M.; FRANÇA, F.M.; RANZANI-PAIVA, M.J.T.; SANTOS, A.A.  2010  Haematologic and immunologic parameters of bullfrogs, Lithobates catesbeianus, fed probiotics. Aquaculture Research41:1064-1071.

DUELLMAN, W.E.; TRUEB, L.  1994  Biology of amphibians, Baltimore – Marylan, The Johns Hopkins University Press., 696p.

FERREIRA, C.M.; PIMENTA, A.G.C.; PAIVA-NETO, J.S.  2002  Introdução à Ranicultura. B. Tec. Instituto de Pesca, 33: 1-15.

FONTANELLO, D.; WIRZ, R.R.; ARRUDA SOARES, H.; CAMPOS, B.E.S.; FREITAS, E.A.N. & FERREIRA, C.M.  1993  Comparação de quatro sistemas de engorda de Rãs-Touro (Rana catesbeiana Shaw, 1802): Tanque-Ilha, Confinamento, Anfigranja e Gaiolas. 1 - Desenvolvimento ponderal; 2 - Custo operacional. B. Inst. Pesca20 (único): 43 - 58.

ISHIKAWA, N.M.; RANZANI-PAIVA, M.J.T.; LOMBARDI, J.V.; FERREIRA, C. M.  2007  Hematological parameters in Nile Tilápia, Oreochromis niloticus exposed to sub-letal concentrations of mercury. Brazilian Archives of Biology and Technology50: 619-626.

KNOOP, R; FERREIRA, C.M.; TAKAHASHI, N.; FRANCA, F.M.ANTONUCCI, A.M.TEIXEIRA, P.C.; SUGOHARA, A.; DIAS, D.C.; TACHIBANA, L.; HIPOLITO, M.  2011  Influência da incorporação de vitamina C à dieta no desempenho produtivo de rãs-touro Lithobates catesbeianus pós-metamorfoseadas. Boletim do Instituto de Pesca, 37: 383-391.

ROCHA, G.C.; FERREIRA, C.M.; TEIXEIRA, P.C.; DIAS, D.C.FRANCA, F.M.ANTONUCCI, A. M.MARCANTÔNIO, A.S.; LAURETO, M.  2010  Physiological response of American bullfrog tadpoles to stressor conditions of capture and hypoxia  Pesquisa Veterinária Brasileira, 30: 891-896.

SCHLOEGEL, L.M.; FERREIRA, C.M.; JAMES, T.; HIPOLITO, M.; LONGCORE, J.; HYATT, A.; YABSLEY; MARTINS, A.M.C.R.; MAZZONI, R.; DAVIES, A.J. & DASZAK, P.  2009  The North American Bullfrog (Rana catesbeiana) as a reservoir for the spread of Batrachochytrium dendrobatidis in Brazil. Animal Conservation:1-9. DOI: 10.1111/j.1469-1795.2009.00307.x

STORER, T.I.; USINGER, R.L.; STEBBINS, R.C.; NYBAKKEN, J.W.  2002  Zoologia geral. Cia Editora Nacional, 6ª ed. São Paulo.  816 p.

TEIXEIRA, P.C.DIAS, D.C.; ROCHA, G.C.; ANTONUCCI, A.M.FRANCA, F. M.;MARCANTÔNIO, A.S.; RANZANI-PAIVA, M. J.; FERREIRA, C.M.  2012  Profile of cortisol, glycaemia, and blood parameters of American Bullfrog tadpoles Lithobates catesbeianus exposed to density and hypoxia stressors. Pesquisa Veterinária Brasileira. Aceito em Jul/12.

 

Disciplina

CONCEITOS BÁSICOS EM AQUICULTURA

Código

IPA-001

Docente responsável

Leonardo Tachibana

Créditos

04 créditos

Carga horária

60 horas-aula

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

12

Período

08 a 17 de maio de 2017.

Cronograma e horário

Aulas teóricas: 08 a 12/05; Aula de campo: 15 e 17/05; Apresentação de seminário: 13/05.

Horário das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Local(is) de realização

Sala de aula pós-graduação em São Paulo e CEPTA Pirassununga

Ementa

Diversos temas relacionados à aquicultura:

Aquicultura: Definições e Conceitos, Piscicultura Continental Tropical de Água doce, Fisiologia de peixes; ictiologia, Criação de peixes marinhos, Peixes ornamentais, Qualidade da água, Tecnologia do pescado, Criação de camarões marinhos, Bioeconomia, Sanidade, Biologia e reprodução de peixes, Estatística, Nutrição de peixes, Biotecnologia, Criação de bivalves estuarinos e marinhos, Criação de camarão de água doce, Criação de rãs.

Outras informações

Carlos Massatoshi Ishikawa – 11 99726-6860 (vivo) – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Leonardo Tachibana – 19 98201- 6875 (Tim) – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo./Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Critérios de Avaliação

·         Participação em sala de aula e visitas técnicas (peso 1);

·         Presença na disciplina (peso 1);

·         Prova escrita – 02 questões formuladas por cada professor - data de 26/05/2017 (peso 4);

·         Relatório de viagem – enviada por forma eletrônica (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) até dia 26 de maio às 23:59 horas (peso 2);

·         Seminário sobre temas diversos (peso 2) – apresentação no dia 15/05/2017 das 13:30 às 17:30hs;

 

Bibliografia básica

Diversas – consultar com o professor responsável.

Objetivo

Capacitar o estudante aos principais temas da aquicultura no Brasil, apresentando de forma sucinta as áreas de estudo em aquicultura.

Ementa

A disciplina é ministrada por diversos professores da área de aquicultura com os temas:

Aquicultura: Definições e Conceitos, Piscicultura Continental Tropical de Água doce, Fisiologia de peixes; ictiologia, Criação de peixes marinhos, Peixes ornamentais, Qualidade da água, Tecnologia do pescado, Criação de camarões marinhos, Bioeconomia, Sanidade, Biologia e reprodução de peixes, Estatística, Nutrição de peixes, Biotecnologia, Criação de bivalves estuarinos e marinhos, Criação de camarão de água doce, Criação de rãs.

 

Disciplina

BIOLOGIA DE CAMARÕES – SISTEMAS DE PRODUÇÃO E MANEJO

Código

IPA-003

Docente Responsável

Helcio Luis de Almeida Marques

Créditos

03

Carga horária

45 horas-aula

No mínimo de alunos

02

No máximo de alunos

05

Período

22 a 26 de maio de 2017

Ementa

Estudo da biologia e das técnicas relacionadas aos sistemas de criação de camarões (marinhos e de água doce), considerando todas as fases de desenvolvimento (reprodução, larvicultura e engorda), enfatizando aspectos de manejo zootécnico e da sustentabilidade da atividade, bem como métodos alternativos de cultivo e de processamento pós-colheita.

Cronograma

·                    Aulas teóricas e práticas: de 22 a 26 de maio de 2017, das 08:30 às 12:30 e das 13:30 às 17:30 horas.

·                     Apresentação de seminários: 26 de maio de 2017, (das 13:30 às 17:30).

Locais de realização

·                     Sede do IP em São Paulo

·                     UPD de Pirassununga – Polo Regional do Centro Leste

Outras informações relevantes

·                    O transporte até Pirassununga e a alimentação serão custeados pelos próprios alunos. A hospedagem em Pirassununga poderá ser feita no alojamento da Unidade.

Qualquer dúvida entre em contato Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Bibliografia básica

Avnimeleek, Y. Biofloc Technology: A Practical Guide Book. World Aquaculture Society Publs., 2009

Barbieri Jr, R.C.; Ostrensky Neto, A.  Camarões Marinhos. Vol.I Reprodução, Maturação e Larvicultura. Ed. Aprenda Fácil. Viçosa, 2002, 243 p.

Barbieri Jr, R.C.; Ostrensky Neto, A. Camarões Marinhos. Vol.II Engorda. Ed.Aprenda Fácil. Viçosa, 2002, 351 p.

Guzmán, F.J. Atlas de Enfermedades de Peneidos. Mexico, SEMARNAP, 1999, 81 pp

Leung P.; Engle C. Shrimp Culture: Economics, Market, and Trade. Blackwell Scientific Publs., 2007

Mallasen, M.; Valenti, W.C., 2008. Criação de camarões de água doce. Ed. FUNEP, Jaboticabal, 45 p.

New, M.B. Farming Freshwater Prawns: A Manual for the culture of the giant river prawn (Macrobrachium rosenbergii). FAO Fisheries Technical Paper, 428, 2002, 212 p.

New, M.B., Valenti, W.C., Tidwell, J.H., D’Abramo, L.R. & Kutty, M.N., 2010. Freshwater prawns: biology and farming. Wiley-Blackwell, Oxford, England. 560 pp.

Wickins, J.F. Lee, D.O’C. Crustacean Farming: Ranching and culture. 2nd eds. Oxford, Blackwell Scientific Publs., 2002

Wyk, P.V.; Davis-Hodgkins, M. Laramore, R.; Main, K.L., Mountain, J.; Scarpa, J. Farming Marine Shrimp in Recirculating Freswhater Systems. Fort Pierce, HBOI, 1999, 220 pp.

 

 

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA

 

Disciplina

ICTIOLOGIA PESQUEIRA I – BIOECOLOGIA GERAL

Código

IPP-003

Docente Responsável

Alberto Ferreira de Amorim

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula

no mínimo de alunos

05

no máximo de alunos

10

Período

Curso condensado de 13 a 17 e de 20 a 22 de fevereiro, das 8h às 17h (aulas teóricas e práticas).

Cronograma

13/02 - Aula 1

14/02 - Aula 2 e Avaliação parcial

15/02 - Aula 3

16/02 - Aula 4 e Avaliação parcial

17/02 - Aula 5

20/02 - Aula 6 e Avaliação parcial

21/02 - Aula 7

22/02 - Aula 8 e Avaliação final

Avaliação

Exercícios aplicados, apresentações de seminários, análise de artigos científicos, prova individual

Local de realização

Sala de aula teórica, no Instituto de Pesca – Santos;

Laboratório Multi-uso para aula prática, no Instituto de Pesca – Santos; saída ao mar da praia de Perequê, Guarujá e se possível visita a coleção científica do IBIMM, e arrasto de picaré na praia Peruíbe.

Recursos necessários*

Sala de aula com infra-estrutura básica: datashow e tela de projeção;

Materiais: material cirúrgico (pinça, bisturi e tesoura) e avental, boné, luva e bota;

Outras informações relevantes

Qualquer dúvida escrever para: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Ementa

Estudo da diversidade de espécies de peixes no ambiente marinho, sob o efeito dos diferentes tipos de exploração, influência dos impactos antrópicos sobre o ecossistema e a atividade pesqueira, conceitos básicos de biologia e fisiologia de peixes, problemática da atividade sócio-econômica da atividade pesqueira.

Bibliografia básica

Castro, J.I.; Woodley, C.M.; Brudek, R.L. 1999 A preliminary evaluation of the status of shark species. FAO Fisheries Technical Paper. No 380. Rome, FAO, 22 p.

Castro, P., e Huber, E. 1992 Marine biology. Mosby-Year Book, Inc., Saint Louis, Missouri.

Compagno, L.J.V. 2001 FAO species catalogue, No 1, Vol 2. Sharks of the world. An annotated, and illustrated catalogue of shark species know to date. Parts 2. FAO Fish. Synop. :269.

FAO  1994  Review of the state of world marine fishery resources. FAO Fisheries Technical Paper. 335:136.

FAO  1999  A preliminary evaluation of the status of shark species. FAO Fisheries Technical Paper. 380:72.

Figueiredo, J.L. 1977 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. I. Introdução. Cações, raias e quimeras. São Paulo, Museu de Zoologia, USP, 104pp.

Figueiredo, J.L. e Menezes, N.A. 2000 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. VI. Teleostei (5). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 116p.

Gribble, N.A.; McPherson, G.; Lane, B.  1996  Shark management and conservation. Proceedings from the sharks and man workshop of the Second World Fisheris Congress. Brisbane, Australia, 2 August, 143.

Grimes, D.J. 1990 Review of human pathogenic bacteria in marine animals with emphasis on sharks. Elasmobrachs as living resources: advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuch, eds) NOAA Technical Report NMFS 90: 63-9.

Hoenig, J.M. e GRUBER, S.H. 1990 Life-history patterns in the elasmobranchs: implications for fisheries management.In:Elasmobranch as living resources: advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuchi, eds) NOAA Techical Report NMFS, 90:1-16.

Legendre, P. e Legendre, L. 1998. Numerical Ecology. Developments in Environmental Modeling, 20. Elservier Science, New York. 853p.

Lerman, M. 1986. Marine Biology: environment, diversity and ecology. The Beijamin/Cummings Company, Inc, California.

Levinton, J.S. 2001. Marine Biology: Function, Biodiversity, Ecology. Oxford University Press, New York. 515p.

Magro, M. e Cergole, M.C. 2000 Síntese de conhecimentos dos principais recursos pesqueiros costeiros potencialmente explotáveis na costa sudeste-sul do Brasil: Peixes. Avaliação do Potencial Sustentável de Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva -REVIZEE: 143

 

Disciplina

ANÁLISE MULTIVARIADA APLICADA À PESCA

Código

IPP-012

Docente responsável

Antônio Olinto Ávila da Silva

Créditos

4

Carga horária

60 horas-aula

No de alunos mín.

05

No de alunos máx.

10

Período

às segundas-feiras de  março/dias: 6/13/20/ e 27 abril/dias: 10/17/24 e 26 das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às17h30

Cronograma

Aulas teóricas: 6 de março a 10 de abril no período da manhã

Aulas práticas: 6 de março a 10 de abril no período da tarde

Apresentação de seminários e projetos: 17 de abril

Avaliação: 24 de abril no período da manhã

Avaliação

aulas práticas, apresentação oral e prova discursiva.

Local de realização

Instituto de Pesca, Santos, SP

Ementa

Análise de dados pesqueiros por métodos de análise multivariados. Análise exploratória de dados. Transformações de dados. Matrizes e medidas de associação. Análise de classificação hierárquica. Análise de classificação não hierárquica. Comparação de grupos e relação com dados ambientais. Ordenação não condicionada, Ordenação canônica.

Bibliografia

Bocard, D.; Gillet, F.; Legendre, P. 2011. Numerical Ecology with R. Springer. New York. 306 p.

Gotelli, N.J. & Ellison, A.M. 2004. A Primer of Ecological Statistics. Sinauer Associates Inc. Sunderland, Massachusetts. 509 p.

Manly, B.F.J. 2000. Multivariate Statistical Methods: a primer. Chapman & Hall/CRC. Boca Raton, Florida. 214 p.

McCune, B. & Grace, J.B. 2002. Analysis of Ecological Communities. MjM Software Design Gleneden Beach, Oregon. 300 p.

Quinn, G.P. & Keough, M.J. 2002. Experimental Design and Data Analysis for Biologists. Cambridge University Press. Cambridge. 537 p.

Recursos necessários

Datashow, tela de projeção, quadro branco/lousa (grande) com canetas/giz.

Outras informações

Equipamentos de informática: Os alunos inscritos deverão trazer computadores portáteis (notebooks) para as aulas práticas.

Seminários e projetos: os alunos poderão trazer conjuntos de dados multivariados para análise nas aulas práticas, neste caso a apresentação final será o resultado de suas análises. Caso o aluno não disponha de dados poderá utilizar o conjunto de exemplos e na apresentação final discorrer sobre um trabalho já publicado sobre os temas das aulas.

Qualquer dúvida - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

Disciplina

PESCA SUSTENTABILIDADE E CIÊNCIA PESQUEIRA

Código

IPP-001

Docente Responsável

Acácio Ribeiro Gomes Tomás

Docentes Colaboradores

Paula Maria Gênova de Castro Campanha , Ingrid Cabral Machado, Antônio Olinto Ávila da Silva,  Carlos Alberto Arfelli, Jocemar Tomasino Mendonça, Sergio Luiz dos Santos Tutui e Marie Anne Chalita.

Créditos

04

Carga Horária

60 horas/aula (curso condensado de 8 dias), carga horária de 8 horas/dia (9:00h a 12:30 e 13:30 a 18:00)

No de alunos mín.

05

No de alunos máx.

15

Período

de 15 a 24 de maio de 2017

Outras informações

Qualquer dúvida - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Cronograma

Aulas Teóricas: Instituto de Pesca em Santos e em São Paulo, capital.

Aulas práticas: Visita de campo (entreposto de Pesca de Santos, Rua do Peixe e/ou outras localidades pesqueiras da baixada Santista; visita ao Laboratório de Estatística Pesqueira marinha do IP, em Santos, SP)

Apresentação de Seminários e discussão: (tarde)

Avaliação: Prova e entrega de relatórios

Local de Realização

Instituto de Pesca, Santos.

Ementa

Apresentação da Ciência Pesqueira como integradora de conhecimentos sobre a atividade da pesca, a estrutura e dinâmica das pescarias e das populações e a avaliação dos estoques, os aspectos sociais e econômicos da pesca de pequena e grande escala; os impactos da pesca sobre os estoques, comunidades e ecossistemas; as opções de manejo e conservação; e o seu papel como ferramenta na gestão sustentável dos recursos pesqueiros em diferentes ambientes e regiões.

Recursos necessários

Aulas Teóricas: sala de aula, quadro, giz branco e colorido, projetor multimídia, tela para projeção.

Aulas Práticas: jaleco, botas, máquina fotográfica, papel e lápis para anotações.

Critérios de Avaliação

Participação do aluno em classe e no campo, Seminários, Relatório de Campo e Prova

Objetivo

Proporcionar ao aluno um embasamento teórico/prático e uma visão crítica do papel da ciência pesqueira no manejo sustentável dos recursos naturais. Visa contribuir também no embasamento adequado do estudante ao participar de outras disciplinas mais específicas da área pesqueira.

Bibliografia

Agostinho, A. A.; Gomes, L. C.; Pelicice, F. M. 2007 Ecologia e manejo de recursos pesqueiros em reservatórios do Brasil. Maringá: EDUEM. 501p.

Berkes, F.; Mahon, R.; Mcconney, P.; Pollnac, R.; Pomeroy, R. 2006. Gestão da pesca de pequena escala: diretrizes e métodos alternativos. Rio Grande: Editora da FURG. 360p

Cadima, E. L.; Caramelo, A. M.; Afonso-Dias, M.; Conte de Barros, P.; Tandstad, M. O. & de Leiva-Moreno, J. I. 2005. Sampling methods applied to fisheries science: a manual. FAO Fisheries Technical Paper. No. 434. Rome. 88p.

Diegues, A. C. 2004 A pesca construindo sociedades. São Paulo: Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

Fonteles-Filho A. A. 2011 Oceanografia, Biologia e Dinâmica Populacional de Recursos Pesqueiros. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora. 464p.

Haimovici, M. (Org.) 2011 Sistemas Pesqueiros marinhos e estuarinos do Brasil: caracterização e análises da sustentabilidade. Rio Grande: Editora da FURG. 104p.

Jennings, S.; Kaiser, M. J. & Reynolds, J. D. 2000. Marine Fisheries Ecology, Blackwell Science Ltd. 417p.

King, M. 2007. Fisheries biology: assessment and management. (2ed.). Wiley-Blackwell, 400p.

Sartori, Alan Giovanini de Oliveira e Amancio, Rodrigo Dantas. Pescado: importância nutricional e consumo no Brasil. Segurança Alimentar e Nutricional, Campinas, v. 19, n. 2, 2012

SCHMID, Bianca. “Produção e consumo de pescado no Brasil”. SEPAGRO-SP/IBGE, SP, 2014.

Sparre, P. & Venema, S. C. 1998. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1. Manual. FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 306/1 (Rev. 2), 407p. (versão em português disponível no site da FAO).

Vazzoler, A. E. M.; Soares, L. S. H. & Cunningham, P. T. M. 1999. Ictiofauna da Costa brasileira. In: Lowe-McConnel, R. H. Estudos de Comunidades de Peixes Tropicais. São Paulo: EDUSP. P. 424-467.

Zar, J.H.2009 Biostatistical Analysis. 5ed.New Jersey: Prentice-Hall. 944p.

 

2º semestre de 2017

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM

Disciplina

Tópicos Especiais (HISTOPATOLOGIA EM PEIXES FRENTE À MUDANÇAS AMBIENTAIS)

Código

IPC-003-36

Docente(s) responsável(is)

Edison Barbieri e Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente (s) ministrante (s)

Prof. Dra. Karina Fernandes Oliveira Rezende

Créditos

 2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

06

Período

2º semestre/2017: (07 a 11 de agosto)

Cronograma e horário

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde.

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo (aulas teóricas)

Universidade de São Paulo (ICB/USP) (aulas práticas)

Ementa

·            Introdução aos tecidos biológicos de peixes e suas funções.

·            Estudo das principais alterações histopatológicas oriundas de mudanças ambientais e as consequências fisiológicas.

·            Detalhamento sobre os processamentos histológicos de diferentes órgãos.

Critérios de Avaliação

exercícios

Procedimentos didáticos

Aula teóricas e praticas

Objetivos

Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

laboratório

Bibliografia

Bone, Q.; Marshall, N.B. and Blaxter, J.H.S. 1995. Biology of Fishes. Chapman and Hall. London. 332 pp.

Iwama, G.; Nakanishi, T. 1996. The Fish Immune System. Academic Press. San Diego. 380 pp.

Ferguson, H.W. 2006. Systemic Pathology of Fish. Scotian Press. London. 366 pp

LALLI, C. Biological Oceanography: an introduction. Butterworth Heinemann, 1997

 

Disciplina

sOcioeconOMIA aplicada à PESCA E aqUicultura

Código

IPC-006

Docente(s) responsável(is)

Marcelo Barbosa Henriques

Docente colaborador

Newton José Rodrigues da Silva (CATI/SAA/SP)

Créditos

4

Carga horária

60 horas/aula

     

Nº de alunos mín.

04

Nº de alunos máx.

10

Período

03/08 a 14/09/2017

Cronograma e horário

Sempre às quintas feiras

Aulasteóricas: Manhã (8:30h – 12:00h) e tarde (13:30h – 18:00h)

Local(is) de realização

Sededo Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho

Av. Bartolomeu de Gusmão, 192 – Santos/SP

Ementa

Apresentação de aspectos socioeconômicos a serem utilizados como ferramentas na análise das cadeias produtivas da pesca e da aquicultura, integrando conhecimentos técnicos sobre a atividade com a ação dos atores envolvidos no processo produtivo. Caracterização dos sistemas de produção; estudo dos modelos de desenvolvimento rural, referenciais teóricos e assistência técnica na extensão pesqueira; mecanismos de difusão de tecnologia e discussão das políticas públicas disponíveis para o setor.

Outras informações

Datas

Programação

Docente

03/08

·Apresentação da disciplina e métodos de avaliação

·Noções básicas de administração rural (macroeconomia e microeconomia)

·Capitaise custos (Juros, conservação, riscos e depreciação)

·Critérios de avaliação e determinação do custo de produção na agropecuária

·Sustentabilidade da aquicultura

·Medidasde resultado econômico

·Fatoresque afetam os resultados econômicos

·Elaboração de projetos aquícolas e pesqueiros

Dr. Marcelo B. Henriques

10/08

·Conceito de Sistema Local de Inovação

·Sociologia da tradução

·Economia do dom

·Economia solidária

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

17/08

·Avaliação de políticas públicas

·Economias de grandeza

·  Economia de proximidade

·Apresentação de estudos de caso: desenvolvimento da piscicultura no Vale do Ribeira e Alto Vale do Itajaí

·Distribuição de uma prova para elaborar em casa

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

24/08

·     Determinação do tempo de retorno econômico das atividades aquícolas desenvolvidas nos diferentes sistemas de produção

·     Teoriada produção

·     Interaçãoentre os componentes biológicos, físicos e econômicos

·     Elaboração de projetos aquícolas e pesqueiros

Dr. Marcelo B. Henriques

31/08

Apresentação de estudo de caso: A pesca artesanal no município de Mongaguá/SP

Apresentação de estudo de caso: Desenvolvimento da ostreicultura em Cananéia

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

14/09

Avaliação geral dos alunos

 

1)  As questões da prova serão debatidas em sala

2) Apresentação dos projetos de viabilidade econômica (aquícolas ou pesqueiros) relacionados à disciplina

Dr. Marcelo B. Henriques

 

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

 

  • Dias 12 e 13/09 – Dedicados a levantamento de campo e elaboração de projetos de viabilidade econômica (não haverá aula, apenas plantão de dúvidas)

 

  • Necessidade de auditório ou sala de aula em Santos, com projetor tipo datashow, tela e quadro de anotações.

 

Devidoao reduzido número de vagas, algumas inscrições poderão ser relacionadas em lista de espera, a partir do preenchimento da décima e última vaga oferecida. Neste caso, as demais vagas ficarão sujeitas à confirmação. A desistência, ou não comparecimento do aluno, após o início das aulas, caracterizará conceito de reprovação na disciplina.

Critérios de Avaliação

Participação nas aulas, respostas as questões formuladas e

avaliação dos projetos

Bibliografia básica

 

ALBAGLI, S. 2004. Território e territorialidade. In: LAGES, V.; BRAGA, C.;

BATALHA, M.O. 2002. A Maricultura no Estado de São Paulo. SEBRAE, GEPAI: GENAQUI, UFSCar, 1º ed., São Paulo, 297 p.

HOFFMANN, R.; CAMARGO ENGLER, J.J.; SERRANO, O.; MENDES THAME, A.C.; NEVES, E.M., 1996. Administração da Empresa Agrícola. Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais, 9ª ed, São Paulo, 289 p.

KUBITZA, F. & ONO, E.A. 2004. Projetos Aqüícolas: planejamento e avaliação econômica. Jundiaí; F. Kubitza. 79 p.

LATOUR, B. Ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: UNESP. 2000. 438p. 

LEUNG, P.S.; TISDELL, C., 1997. Aquaculture Economics & Management. Blackwell Science, v. 1, n. 1, Glasgow, 128 p.

 

OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J.B; SOTO, D. 2008  Aquicultura no Brasil: o desafio é crescer. Brasília, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), 276 p.

 

SILVA, N.J.R 2008. Dinâmicas de desenvolvimento da piscicultura e políticas públicas: Análise dos casos do Vale do Ribeira (SP) e do Alto Vale do Itajaí (SC). São Paulo: Editora UNESP, 240 p.

 

VALENTI, W.C. 2000. Aquicultura no Brasil: bases para um desenvolvimento sustentável. Brasília: CNPq, 399 p.

 

* Periódicos: Boletim do Instituto de Pesca; Informações Econômicas e Revista de Economia Agrícola, ambos do IEA/SAA/SP

 

 

 

Disciplina

Tópicos Especiais em Aquicultura e Pesca: Tema- Mercados e consumo: a problemática da sustentabilidade da atividade pesqueira

Código

IPC-003-37

Docente(s) responsável(is)

Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Dr. Edison Barbieri

Docente

ministrante

Dra. Marie Anne Najm Chalita – Instituto de Pesca/APTA/SAA

Créditos

 2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

10

Período

2º semestre/2017: setembro 2017 (1 vez por semana) datas: 5/09; 12/09/ 19/09 e 26/09.

Cronograma e horário

Horário das 08h00 às 12h00 ou das 14h00 às 18h00.

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo

Ementa

Os mercados são estruturas sociais que articulam agentes definidores de produtos, preços e condições de pagamento específicas, portanto, são importantes objetos de investigação. A sociologia econômica define mercado como um arranjo institucional particular que incorpora duas dimensões: a natureza da ação comum (auto-interesse ou obrigatório) e a forma de distribuição do poder, ou seja, o modo de coordenação das interações sociais existentes nas trocas econômicas. Os parâmetros principais das transações econômicas são os direitos de propriedade (lucro); regras de acesso e troca (regularidade e legitimidade); valoração dos bens naturais (especificidade dos ativos). A contestabilidade de um mercado se define por conjunto de distintos fluxos, rotinas e regulamentos institucionais que são influenciados por decisões de agentes não econômicos que vão agir como barreiras de ordem moral e de valores, de natureza tanto social quanto ambiental, na produção e no consumo do bem. 

O mercado do pescado apresenta fluxos e rotinas institucionais que visam edificar barreiras de natureza ética  e, neste sentido, agregam agentes não econômicos. Entretanto, observam-se dificuldades no estabelecimento da contestabilidade do mercado do pescado e, consequentemente, do consumo sustentável deste alimento.  Há, sobretudo, uma carência de instrumentos de qualidade (para além dos sanitários) que possam orientar o consumo uma vez que há um custo de extração, mas não de exploração dos recursos naturais envolvidos, tanto no caso da pesca de captura quanto no caso do cultivo. Esta situação acaba por comprometer a própria atividade pesqueira. O consumo sustentável aponta como possibilidade de diminuir a assimetria de informações necessária ao melhor controle da produção, da informalidade na comercialização e da avaliação da qualidade stricto e latu sensu do produto, levando à uma política mais consequente de formação de preços. O objetivo da disciplina é analisar, a partir da definição do que é o mercado, quais são as características principais do mercado do pescado, a caracterização geral do consumo do pescado no país e o potencial para modificar o quadro de obstáculos de ordem estrutural à incorporação da contestabilidade no mercado do pescado.

Critérios de Avaliação

Participação em aula e prova final.

Procedimentos didáticos

 

As aulas são fundamentalmente expositivas sob leitura prévia de alguns itens bibliográficos.

Objetivos

Capacitar os alunos a analisar teórica e metodologicamente as diversas estratégias de abordagem dos fenômenos econômicos apresentados em seus projetos de pesquisa através da sociologia.

 

Recursos necessários

Data show. Pasta com a bibliografia obrigatória para leitura dos alunos. O docente solicita ler os projetos dos alunos eventualmente matriculados na disciplina antes do início das aulas.

Bibliografia

ABRAMOVAY, Ricardo (2004) – “Entre Deus e o Diabo - mercados e interação humana nas ciências sociais” – Tempo Social – Revista de Sociologia da USP - http://www.econ.fea.usp.br/abramovay/artigos_cientificos/2004/Formas_de_organizacao_dos_mercados.pdf

 

BOURDIEU, Pierre. É possível um ato desinteressado? In: Razões práticas. Sobre a teoria da ação. Campinas, SP: Papirus, 1996, pp.137-156.

 

CARVALHO, A.B. (2000). Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo, Malkron Books do Brasil Editora Ltda.

 

DEQUECH, David. (2003), “Uncertainty and economic sociology: a preliminary discussion”. The American Journal of Economics and Sociology, 62 (3):509-532.

 

GARCIA-PARPET, Marie-France. (1994), “Espace de marché et modes de domination”. Études Rurales, 131-132.

 

LOPES, Jr, Edmilson. As potencialidades analíticas da Nova Sociologia Econômica. Sociedade e Estado, UnB, 17(1), 2002, pp. 39-62.

 

SEN, Amartya (1987/1999) — “Comportamento econômico e sentimentos morais”, in Sobre Ética e Economia — Companhia das Letras, São Paulo.

 

STEINER, Philippe (2005) – La Sociologie Économique – La Découverte. – Traduzido para o português pela Editora Atlas, 2006. Versão em português: Mercado como política: uma abordagem político-cultural das instituições de mercado. Contemporaneidade e Educação, 9, pp. 26-55, 2001.

 

VIEIRA, P. H. F. . Gestão Patrimonial de Recursos Naturais: Construindo o ecodesenvolvimento em regiões litorâneas. In: Clóvis Cavalcanti. (Org.). Desenvolvimento e Natureza: Estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez, 1995,  p. 293-322.

 

 

Disciplina

Tópicos Especiais (Modelagem Hidrodinâmica e Aplicações em Oceanografia Costeira)

Código

IPC-003-40

Docente(s) responsável(is)

Edison Barbieri e Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente (s) ministrante (s)

Prof. Dr. Roberto Fioravanti Carelli Fontes (UNESP - Universidade Estadual Paulista)

 

Créditos

 2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

06

Período

2º semestre/2017: (11 a 15 de dezembro)

Cronograma e horário

Aulas pela manhã e a tarde

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo

Ementa

Partiremos de uma visão conceitual dos ambientes marinhos costeiros, identificando alguns processos biológicos dependentes de condições hidrodinâmicas, tais como dispersão de poluentes e de substâncias na água do mar; acreção, erosão e transportes de sedimentos.

 

Introduziremos os conceitos da modelagem matemática de tais processos, definindo seus elementos práticos de desenvolvimento e possibilitando suas aplicações a projetos idealizados, posteriormente propostos pelos participantes.

 

Apresentaremos a suíte de modelos de código livre Delft 3D / Deltares (Delft, Holanda). Essa suíte será utilizada para o desenvolvimento de um projeto de modelagem, construído sobre questões ambientais relevantes aos ambientes costeiros.

 

A partir de propostas apresentadas,  os participantes desenvolverão um Projeto de Modelagem aplicado à uma situação idealizada. Tal atividade será o objetivo principal da disciplina, permitindo que o aluno desenvolva habilidades operacionais e gerenciais de tais projetos práticos. Esses projetos também são aplicados à questões científicas relacionadas ao gerenciamento, produção e conservação dos recursos naturais marinhos.

Critérios de Avaliação

Exercícios

Procedimentos didáticos

 

Aulas teóricas e praticas

Objetivos

Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

Internet e computadores

Bibliografia

CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. Edgard  Blücher, 1999

 

DELTARES. Delft3D-FLOW/Simulation of multi-dimensional hydrodynamic flows and transport phenomena, including sediments.V.3.15 revisão 18392. Delft, Holanda. 2011

 

FRAGOSO, C. R.; FERREIRA, T. F. & Marques, D. M. Modelagem ecológica em ecossistemas aquáticos Oficina de Textos, 2009

 

HARARI J. Fundamentos de Modelagem Numérica em Oceanografia. São Paulo, 2015 

 

LALLI, C. Biological Oceanography: an introduction. Butterworth Heinemann, 1997

 

MIRANDA, L. B.; CASTRO, B. M. & KJERFV, B. Mindilin, J. (Ed.) Princípios de Oceanografia Física de Estuários Edusp, 2002

 

van WAVEREN, R. H., S. GROOT, H. SCHOLTEN, F. C. van GEER, J. H. M. WÖSTEN, R. D. KOEZE e J. J. NOORT. Good Modelling Practice Handbook. Dutch Dept. Of Public Woks, Institute for Inland Water Management and Waste Water Treatment. Lelystad, Holanda. 1999

 

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA

Disciplina

MÉTODOS E TÉCNICAS APLICADOS AO ESTUDO DA PESCA CONTINENTAL

Código

IPP-010

Docente(s) responsável(is)

Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docentes colaboradores

(convidados)

MSc. Lídia Sumile Maruyama (IP-SP)

Dra. Luciana Carvalho Bezerra de Menezes (IP-SP)

Dra. Maria Helena Carvalho da Silva (UNIFESO-RJ)

Dra. Maria Letizia Petezze (Programa de Pós-graduação do IP)

Créditos

 3 créditos

Carga horária

45 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

08

Período

31/08; 01/09-02/09 e 4-6/09/2017

Cronograma e horário

Horário das 08h30 às 12h30 ou das 13h30 às 17h30

Local de realização

Sede do Instituto de Pesca/São Paulo/SP (parte teórica); a aula prática poderá ser realizada numa comunidade de pescadores ribeirinha no interior de São Paulo, SP.

Ementa

Introduzir ao aluno temas e ferramentas participativas empregadas em campo na obtenção de dados junto à pesca continental (profissional) visando subsidiar o monitoramento e manejo sustentável da atividade, integrando informações sobre o recurso, o ambiente, o pescador e sua comunidade.

Fornecer a base teórica e prática sobre os métodos de avaliação tradicionais e participativos como ferramentas úteis no manejo da pesca de pequena escala. Disponibilizar informações e treinamentos na tomada de decisão sobre o manejo da pesca de forma participativa. Envolverá a coleta e análises de dados bioecológicos e pesqueiros, de dados sociais, econômicos e institucional-legais.

Outras informações

Recomenda-se que os alunos tragam seus notebooks para exercícios em classe.

Critérios de Avaliação

Os alunos serão avaliados pela participação em aula e em campo; relatórios de campo e trabalhos individuais.

Convidados especiais

● Sr. Edivando Soares de Araújo (Presidente da Colônia de Pescadores Z-20 de Barra Bonita - SP e Presidente da Federação dos Pescadores artesanais)

● Major Marco Aurélio Venâncio (Polícia Militar Ambiental – SP)

● MSc. José Dias Neto (IBAMA-DF) – palestrante (gestor público)

● MSc Raphael Estupinham de Araújo – (Secretaria do Meio Ambiente de SP)

Procedimentos didáticos

 

Aulas teóricas expositivas e práticas em campo (visitas aos locais de desembarques pesqueiros, a comunidade pesqueira continental, Colônia de Pescadores e Associações de Pesca).

Objetivos

A presente disciplina tem como objetivo introduzir ao aluno temas sobre os novos caminhos da gestão pesqueira, buscando os conceitos, as ferramentas, os métodos, as técnicas e estratégias de conservação alternativas de gestão pesqueira e na possibilidade de tomada de decisão de forma participativa, com ênfase na pesca artesanal continental.

Justificativa

 

A disciplina terá um enfoque prático (de campo) apresentando ao aluno às técnicas de observação “in loco” e de entrevistas sócio-econômicas e pesqueiras, além de metodologia de coleta e análise de dados estatísticos de produção e rendimento da pescaria.

Bibliografia

Begossi, A.(Org) 2004 Ecologia de Pescadores da Mata Atlântica e da

            Amazônia. São Paulo: Hucitec. NEPAM/UNICAMP. 332p.

 

Castello, J. P. 2004 Manejo da pesca e a interdisciplinaridade. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 10, p. 163-168, jul./dez. 2004. Editora UFPR 167.

 

Catella, A. C. 2004 Procedimentos para estimar o rendimento pesqueiro dos pescadores profissionais artesanais do Pantanal Sul. Circular Técnica Nº 53 Corumbá, MS. 3p.

 

Diegues, A. C. 2004 A pesca construindo sociedades: leituras em antropologia marítima e pesqueira. São Paulo: Núcleo de Apóio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

 

Kalikoski, D. C.(Org.) 2007 Gestão da pesca de pequena escala: diretrizes e métodos alternativos. Editora da Fundação Universidade Federal do Rio Grande/FURG.

 

Kalikosky, D. ; Dias Neto, J.; Thé, A.P.G.; Ruffino, M. L. ; Marrul Filho, S. 2009. Gestão compartilhada do uso sustentável de recursos pesqueiros: refletir para agir. Brasília: Ibama. 184 p.

 

Levin, J. 2004 Estatística para Ciências Humanas. São Paulo, 9ª Ed. Prentice Hall, 497p.

 

Marques, J. G. 2001 Pescando Pescadores: Ciência e Etnociência em uma Perspectiva Ecológica. NUPAUB-USP. São Paulo, 2ª Ed. 258p.

 

Ruffino, M. L. (Coord.) 2004 A pesca e os recursos pesqueiros na Amazônia brasileira. Manaus: IBAMA/ProVárzea, 272p.

 

Vieira, P. F.; Berkes, F.; Seixas, C. S. 2005 Gestão Integrada e Participativa de recursos Naturais: conceitos, métodos e experiências. Florianópolis: Secco/APED, 416p.

Necessidades Básicas

-Veículo para transportar os alunos (microônibus), data show, diárias, notebook, projetor de multimídia, quadro negro/verde, mapas, GPS, botas, capas, ictiômetro, balança, calculadora de bolso, um motorista.

-cópias xerox

 

Disciplina

ECOLOGIA DE PEIXES DE ÁGUA DOCE

Código

IPP-009

Docente Responsável

Katharina Eichbaum Esteves

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula

no mínimo de alunos

04

no máximo de alunos

10

Período

 

 

 

 

 

 

Quartas-feiras, das 9hs às 18hs

·        04/10 - aula 1

·      11/10 - aula 2

·        18/10 - aula 3

·        01/11 - aula 4

·        08/11 - aula 5

·        15/11 – aula6

·        22/11 - Apresentação de seminários

·        29/11 - Avaliação final

Critérios de Avaliação

 Apresentações de seminários, análise de artigos científicos, prova individual

Local de realização

 

 

Sala de Aula da Pós-graduação do Instituto de Pesca - Parque Fernando Costa – São Paulo (aulas teóricas).

Aula prática – local a combinar

Ementa

Estudo dos principais grupos de peixes de água doce da América do Sul; métodos de coleta e considerações sobre amostragem; características de ambientes lóticos e lênticos e relação da comunidade com fatores ambientais; principais padrões de organização e estrutura das comunidades; ações antrópicas impactantes e estudos de caso.

 

Recursos necessários*

 

·         Sala de aula com infraestrutura básica: aparelhos: 01 microcomputador e datashow e tela de projeção.

·         Materiais: quadro branco/lousa (grande) com canetas/giz.

·         30 cópias de xerox por aluno.

Outras informações relevantes

As despesas e providências relativas ao transporte, hospedagem e alimentação para aulas práticas correrão por conta dos alunos.

Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Bibliografia

 

Abell, R., Thieme, M.L. et al. (2008) Freshwater Ecoregions of the World: A New Map of Biogeographic Units for Freshwater Biodiversity Conservation. BioScience, Vol. 58, No. 5, pp. 403-414.

Agostinho, A. A.; Gomes, L. C.; Pelicice, F. M. 2007 Ecologia e manejo de recursos pesqueiros em reservatórios do Brasil. Maringá: EDUEM. 501p.

Bagenal, T. B. & Tesch, F. W. 1978.  Age and growth. In: Bagenal T.B. Methods for Assessment of fish production in fresh waters. Oxford, Blackwell. p 101- 136.

Buckup, A., Menezes, N.A., Ghazzi, M.S. 2007. Catálogo das espécies de peixes de água doce do Brasil. Série Livros 23, Museu Nacional Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Castro, P. M. G.; Cergole, M.C.; Carneiro, M.H.; Mucinhato, C. M. D.; Servo, G. J. 2002 Crescimento, Mortalidade e Taxa de Explotação do Goete, Cynoscion jamaicensis (Perciformes: Sciaenidae), na Região Sudeste/Sul do Brasil. Bol. Instituto de Pesca, 28 (2): 141-153p.

Dei-Tos C.; Gomes, L. C.; Ambrózio, A. M.; Goulart, E. 2010.  An overview of freshwater fish aging in South América: the science, biases and future directions. Acta Scientiarum Biological Sciences. Maringá, v. 32, nº 4. p. 323-333.

Hyslop, E.J. (1980). Stomach contents analysis, a review of methods and their application. Journal of Fish Biology, Vol.17, pp. 411-430.

Krebs, C. Ecological Methodology. 1998. Addison Wesley Longman. 581 p.

Lowe-McConnel, R. H. Estudos de Comunidades de Peixes Tropicais. São Paulo: EDUSP. P. 424-467.

Magurran, A.E. 1983. Ecological Diversity and its measurement. London, Croom helm Ltd.

Matthews, W.J. Patterns in Freshwater Fish Ecology. 1998. Chapman & Hall.

Menezes, N.A.; Weitzman, S.H.; Oyakawa, O.T.; Lima, F.C.T.; Castro, R.M.C. & Weitzman, M.J. (2007). Peixes de água doce da Mata Atlântica, Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil.

Nielsen, L.A. & Johnson, D.L. 1983. Fisheries Techniques. American Fisheries Society. 468 pp.

Oyakawa, O. & Esteves, K. 2004. Métodos de amostragem de peixes de água doce. In: Bicudo, C.E.M. & D.C. Bicudo (Eds): Amostragem em Limnologia. São Carlos, Editora Rima. pp: 231-242.

Vazzoler, A.E.A.M. & Menezes, N.A. 1992. Síntese de conhecimentos sobre o comportamento reprodutivo dos Characiformes da América do Sul (Teleostei, Ostariophysi). Rev. Brasil. Biol. 52(4):627-640.

Vazzoler, A.E.A.M. 1996. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: Teoria e Prática. Eduem, Maringá.

Welcomme, R.L. 1985. River Fisheries. FAO Fisheries Technical Paper, no 262.

 

Disciplina

MONITORAMENTO E GESTÃO PESQUEIRA

Código

IPP-015

Docente responsável

Prof.Dr. Jocemar Tomasino Mendonça

Docentes colaboradores

Profa. Dra. Mayra Jankowsky

Créditos

 

Carga horária

45 horas/aula (curso condensado de 5 dias)

aulas com carga horária de 9 horas/dia (8:30h as 12:00h e 13:30-18:00h)

Nº de alunos mín.

5 (cinco)

Nº de alunos máx.

20 (vinte)

Período

23 a 27 de Outubro

Critérios de avaliação

Entrega de relatório

Local de realização

Estação Quarentenária de Cananéia, SP ou Instituto de Pesca – Núcleo Sul.

Cronograma

Aulas teóricas e práticas durante 5 dias.

Ementa

Introduzir as técnicas de monitoramento pesqueiro e seu uso para a gestão pesqueira. A disciplina abordará os seguintes tópicos:

- Pesca: definições e tipos;

- Estado das pescarias no mundo e suas características;

- Histórico da pesca no mundo;

- Pesca no Brasil e por ambientes;

- Monitoramento pesqueiro: teoria e finalidades;

- Técnicas de monitoramento pesqueiro;

- Planejamento do monitoramento;

- Análise de dados de monitoramento;

- Regimes de apropriação;

- Apresentação dos dados e seu uso na gestão pesqueira.

- Sistemas de gestão pesqueira;

- Política pesqueira

Recursos necessários

Sala de aula, quadro, canetas branco e colorido, projetor multimídia, tela para projeção.

Objetivos

O objetivo da disciplina é propiciar aos alunos da pós-graduação um embasamento teórico/prático dos sistemas de monitoramento pesqueiro, que servem como uns dos principais instrumentos de gestão pesqueira.

Justificativa

A gestão pesqueira envolve diversas áreas do conhecimento, e visa a manutenção da atividade e a conservação dos recursos pesqueiros. Nos últimos anos a tônica de gerenciar a pesca tem se tornado urgente, sob pena da exaustão dos recursos e a total falência da atividade. Dentre os instrumentos imprescindíveis para a gestão está o monitoramento da atividade, buscando informações atividade que possam nortear as ações da gestão, bem como envolver o setor de forma mais abrangente na tomada de decisões. Para monitorar uma atividade pesqueira é preciso ter a visão do todo e buscar alternativas/adaptações para todos os imprevistos que aparecem ao longo dos registros da atividade, adequando constantemente as metodologias e ferramentas existentes às realidades de campo. Desta maneira responde as demandas do setor pesqueiro e oferta informações para a tomada de decisões de forma rápida e precisa, possibilitando o desenvolvimento da pesca e a conservação dos recursos pesqueiros.

Bibliografia

ARAGÃO J.A.N., MARTINS S. 2006. Censo Estrutural da Pesca – Coleta de Dados e Estimação de Desembarques de Pescado – IBAMA, Brasília/DF. 180 pp.

BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. Editora da UFSC, 6º edição. Florianópolis, 2006. p. 315.

BECKER, H. S. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. HUCITEC, São Paulo, 1994.

BEGOSSI, A.; HANAZAKI, N.; SILVANO, R.A.M.; Ecologia Humana, Etnoecologia e Conservação. Em: Amorozo, M.C.M et al. Métodos de coleta e Análise de dados em Etnobiologia, Etnoecologia e Disciplinas Correlatas. UNESP/CNPq, 2002.

BEGOSSI, A. 2004. Ecologia de Pescadores da Mata Atlântica e da Amazônia. São Paulo, HUCITEC: NEPAM/UNICAMP: NUPAUB-USP 332p.

BERKES, F. & FOLKE, C. Linking social and ecological systems. Cambridge University Press, UK, 2000.

BERKES, F. 2005. Sistemas Sociais, Sistemas Ecológicos e Direitos de Apropriação de Recursos Naturais. IN: VIEIRA, P. F., BERKES, F. & SEIXAS, C. S. (EDS.) Gestão Integrada e Participativa de Recursos Naturais: Conceitos, Métodos e Experiências. Editora Secco Florianópolis 47-72p.

BOLFARINE H., BUSSAB, W.O. 2005. Elementos de Amostragem, 1ª Ed. Editora Blucher, São Paulo/SP. 274 pp.

CADDY J.F., BAZIGOS J.P. 1985. Practical guidelines for statistical monitoring of fisheries in manpower limited situations. FAO Fish Tech Pap. nº 257. Roma. 86 pp.

CADIMA E.L. 2003. Fish stock assessment manual. FAO Fish Tech Pap. nº 393. Roma. 161 pp.

CADIMA E.L., CARAMELO A.M., AFONSO-DIAS M., CONTE DE BARROS P., TANDSTAD M.O., de LEIVA-MORENO J.I. 2005. Sampling methods applied to fisheries science: a manual. FAO Fish Tech Pap. nº 434. Roma. 88 pp.

CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Artmed Editora, Porto Alegre, 2004. p. 255.

CAMPBELL, B. Ecologia Humana. Ed. Biblioteca Científica Salvat, Barcelona, Espanha, 1985.

CAVALCANTI, C. (org). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. Cortez Editora, SP, 1999.

CERGOLE, M. C. e ROSSI-WONGTSHOWSKI, C. L. 2003. Dinâmica das frotas pesqueiras – Análise das principais pescarias comerciais do sudeste-sul do Brasil. São Paulo, Evoluir, 376p.

DAEE, 2002. Legislação dos recursos hídricos: consolidação. São Paulo, 488p.

DIEGUES, A. C. S. Povos e mares. NUPAUB, São Paulo, 1995. p. 260.

ISSAC, V. J.; MARTINS, A. S.; HAIMOVICI, M.; ANDRIGUETTO-FILHO, J. M. 2006.A pesca marinha e estuarina do Brasil no início do século XXI: recursos, tecnologias, aspectos socioeconômicos e institucionais. Belém, UFPA, 188p.

FAO 1999. Guidelines for the routine collection of capture fishery data. FAO Fish Tech Pap. nº 382. Roma. 113 pp.

FOLKE, C., HAHN, T., OLSSON, P. AND NORBERG, J. 2005. Adaptative Governance of Social-Ecological Systems. Annual Review of Environmental Resources. 30:441-473.

ISSAC V.J., RUFFINO M.L., MELLO P. 2000. Considerações sobre o Método 426 de Amostragem para 427 a Coleta de Dados sobre Captura e Esforço Pesqueiro no Médio Amazonas. IBAMA – Coleção Meio Ambiente. Série Estudos Pesca. 22: 175-199.

LIMA-GREEN A.P., MOREIRA G.G. 2012. Metodologia Estatística da Pesca – Pesca Embarcada. Textos para Discussão – Diretoria de Pesquisas (IBGE), Rio de Janeiro/RJ. 40: 1-52.

HAIMOVICI, M. 2011. Sistemas pesqueiros marinhos e estuarinos do Brasil: caracterização e análise da sustentabilidade. Rio Grande, Ed. Furg. 104p.

HAIMOVICI, M.; ANDRIGUETTO-FILHO, J. M.; SUNYE, P. S. 2014. A pesca marinha e estuarina no Brasil: estudos de casos multidisciplinares. Rio Grande, Ed. Furg. 191p.

HARRISON, P. The third revolution: population, environment and a sustainable world. Penguin Books, England, 1993. p. 400.

HERSOUG B., JENTOFT, S. & DEGNBOL, P. Fisheries development: the institutional challenge. Eburon Publishers. Netherlands, 2004. p. 229.

MARTIN, B. & BATESON, P. Measuring behaviour: na introdution guide. Cambridge University Press. New York, USA, 1993. p. 238.

McCAY, B. J. & ACHESON, J. M. The question of the commons: the culture and ecology of the comunal resourses. The University Arizona Press, USA, 1990. p. 439.

ODUM, E. P. Ecology and our endangered life-support systems. Sinauer Associates, Inc., Massachusetts, USA, 1993. p. 301.

OSTROM, E. Governing the commons: the evolution of institutions for collective action. New York, Cambrigde University Press. 1990. p. 298.

PAULY, D; CHRISTENSEN, V.; GUÉNETTE, S.; PITCHER, T.J.; SUMAILA, U.R.; WALTERS, C. J.; WATSON, R.; ZELLER, D. 2002. Towards Sustainability in Word Fisheries. Nature 418:689-695.

PINKERTON, E. 2009. Coastal Marine Systems: Conserving Fish and Sustaining Community Livelihoods with co-management. In: Chapin, F.S., III; Kofinas, G.P. and Folke, C. Principles of Ecosystem Stewardship Resilience- Based Natural Resource Management in a Changing World. Springer.

PITCHER, T.J., HART, P.J.B., PAULY, D. 1998. Reinventing Fisheries Management. kluwer Academic Publishers, Dordrecht. Books, New York, USA, 466 p. PRATES, A. P. & BLANC, D. (org) Áreas aquáticas protegidas como instrumento de Gestão Pesqueira. Série Áreas Protegidas do Brasil 4, MMA/SBF, 2007. p. 271.

PRATES, A. P. & BLANC, D. (org) Áreas aquáticas protegidas como instrumento de Gestão Pesqueira. Série Áreas Protegidas do Brasil 4, MMA/SBF, 2007. p. 271.

POMEROY, R. S. AND BERKES, F. 1997. Two to Tango: The Role of Government in Fisheries Co-Management. Marine Police 21(5): 465-480.

RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. Atlas editora, São Paulo, 1999.

RUFINO M. L. (Editor) A pesca e os recursos pesqueiros na Amazônia brasileira. IBAMA/PRO-VÁRZEA, 2004. p. 272.

RUSE, M. Sociobiologia: senso o contra-senso? Ed. Vozes, Petrópolis, RJ, 1983.

SPARRE, P. & VENEMA, S. C. 1998. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1. Manual. FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 306/1 (Rev. 2), 407p. (versão em português disponível no site da FAO).

VIEIRA, P. F., BERKES, F. & SEIXAS, C. S. 2005. Gestão integrada e participativa de recursos naturais: conceitos, métodos e experiências. EDITORA SECCO FLORIANÓPOLIS

ZAR, J. H. 2008. Biostatistical Analysis. (5a ed.). Prentice Hall, New Jersey, 944 p.

 

Disciplina

TÓPICOS ESPECIAIS (Curso: Pesca Amadora)

Código

(disciplina curricular) IPC-003-39

Docente(s) responsável(is)

Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente colaborador

Dr. Sergio Luiz dos Santos  Tutui (Coordenador) – Instituto de Pesca/APTA/SAA

Dr. Eduardo Makoto Onaka (docente convidado) – Instituto de Pesca/APTA/SAA

Créditos

2 créditos (1 crédito=15 horas)

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

04

Nº de alunos máx.

20

Período

04 a 07 de dezembro de 2017

Cronograma e horário

Aulas teóricas: 22 horas; Atividade de Campo: 04 horas; Apresentação de seminário: 04 horas.

De segunda a quinta das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00

 

PROGRAMA

 

1o dia:

Manhã:

Apresentação

Conceitos Básicos: Pesca amadora, esportiva e recreativa; Categorias de pesca amadora; Cenário da pesca amadora no mundo e no Brasil Delineamento do setor produtivo ligado à pesca amadora; Produtos e serviços

Turismo.

 

Tarde:

Visita à marina e entrevistas com pescadores amadores

 

2o dia:

Manhã: Pesca amadora no Brasil; Mapeamento da atividade; Recursos alvo e modalidades de pescarias (espécies esportivas de água doce e marinhas)

 

Tarde: Equipamentos utilizados na pesca amadora: varas, linhas, anzóis, molinetes, carretilhas, outros apetrechos.

 

3o dia:

Manhã: Técnicas de pesca: barranco, apoitada, rodada, praia, costão, plataforma, pesqueiro, fly, bait casting, jigging, oceânica.

 

Tarde: Plantão de dúvidas, período livre para preparação de seminários.

 

4o dia:

Manhã: Conflitos entre a pesca amadora e outros usuários dos recursos pesqueiros; Pesca comercial industrial; Pesca comercial artesanal; Outros usuários; Legislação Pesqueira e Legislação Ambiental e os impactos na pesca amadora

Gestão pesqueira e a pesca amadora: Instrumentos de regulação da pesca amadora; Instrumentos de exclusão da pesca amadora; Unidades de conservação e a pesca amadora.

 

Tarde: Apresentação dos Seminários

Local(is) de realização

Sede do Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho, Santos – SP

Ementa

Pretende-se introduzir a pesca amadora junto aos profissionais que trabalharão na área de recursos pesqueiros. Dar uma noção sobre as características da atividade e dos atores envolvidos, propiciando ao aluno uma visão da explotação dos recursos pesqueiros além da tradicional abordagem da pesca comercial. Apresentando a pesca amadora como importante segmento no estudo do uso dos recursos naturais e os sistemas de manejo, sustentabilidade e gestão pesqueira. Para apresentar os temas serão realizadas aulas teóricas, visitas de campo e seminários.

Justificativa:

A pesca como atividade de lazer é de grande abrangência, sendo praticada por todas as classes sociais. Apesar de sua grande relevância social e uma cadeia produtiva complexa incorporando indústria, serviços, comercio, importação, além de mídias especializadas (escrita e televisiva), a gestão pesqueira sempre foi pouco afeita à atividade, havendo reduzido entendimento sobre esse ator. Devido à pouca importância dada à atividade, as informações disponíveis são escassas, as referências teóricas são pouco exploradas e os trabalhos desenvolvidos são esparsos e pontuais, dificultando uma abordagem integrada da gestão pesqueira. Por isso, é importante que os estudantes de pós-graduação tenham entendimento sobre a atividade.

 

Objetivos:

1.Caracterizar a pesca amadora quanto aos recursos explotados, técnica de pesca e área de atuação;

2.Caracterizar o perfil socioeconômico do pescador amador e a cadeia produtiva da atividade;

3.Entender a pesca amadora como mais um ator de compartilhamento dos recursos naturais e os conflitos existentes entre os usuários desses recursos compartilhados;

4.Fomentar o entendimento sobre o contexto da pesca amadora e a gestão de recursos pesqueiros e a interface entre as questões ligadas a atividade de pesca amadora e a gestão ambiental.

Critérios de Avaliação

Participação do aluno em classe e nas aulas práticas/visitas

Apresentação de seminário

Biliografia básica

ARLINGHAUS, R. 2005 A conceptual framework to identify and understand conflicts in recreational fisheries systems, with implications for sustainable management. Aquatic Resources, Culture and Development. 1 (2): 145-174.

ARLINGHAUS, R.; COOKE, S.J. 2009 Recreational Fisheries: Socioeconomic Importance, Conservation Issues and Management Challenges. In: DICKSON, B.; HUTTON, J.; ADAMS, W.M. Recreational Hunting, Conservation and Rural Livelihoods: Science and Practice. Blackwell Publishing Ltd. p. 39-58.

COOKE, S.J.; COWX, I.G. 2004. The role of recreational fishing in global fish crises. Biocience. 54 (9): 857-859

COOKE, S.J.; COWX, I.G. 2006 Contrasting recreational and commercial fishing: Searching for common issues to promote unified conservation of fisheries resources and aquatic environments. Biological Conservation. 128: 93-108.

COOKE, S.J.; DANYLCHUK, A.J.; DANYLCHUK, S.E.; SUSKI, C.D.; GOLDBERG, T.L. 2006. Is catch-and-release recreational angling compatible with no-take marine protected areas?. Ocean & Coastal Management. 49: 342-354.

COOKE, S.J.; SCHRAMM, H.L. 2007. Catch-and-release science and its application to conservation and management of recreational fisheries. Fisheries Management and Ecology. 14: 73-79l

COOKE, S.J.; SNEDDON, L.U. 2007 Animal welfare perspectives on recreational angling. Applied Animal Behavior Science. 104 (3): 176-198

COWX, I.G.; ARLINGHAUS, R.; COOKE, S.J. 2010. Harmonizing recreational fisheries and conservation for aquatic biodiversity in inland waters. Journal of Fish Biology. 76: 2194-2215.

FAO 2012. Recreational Fisheries. FAO Technical Guideline for Responsible Fisheries n. 13. Rome, FAO. 176p.

FREIRE, K.M.; TUBINO, R.A.; MONTEIRO-NETO, C.; BELRUSS, C.G.; TOMÁS, A.R.G.; TUTUI, S.L.S.; CASTRO, P.M.G.; MARUYAMA, L.S.; CATELLA, A.C.; CREPALDI, D.V.; DANIEL, C.R.A.; MACHADO, M.L.; MENDONÇA, J.T.; MORO, P.S.; MOTTA, F.S.; RAMIRES, M.; SILVA, M.H.C.; VIEIRA, J.P. 2016. Brazilian recreational fisheries: current status, challenges and future direction. Fisheries Management and Ecology. 23 (1): 1-15

HUPPERT, D.D. 1983. Guidelines on Economic Valuation of Marine Recreational Fishing. NOAA Technical Memorandum NMFS n. 32. NOAA. 45p.

McLACHLAN, A.; DEFEO, O.; JARAMILLO, E.; SHORT, A.D. 2013 Sandy beach conservation and recreation: Guidelines for optimizing management strategies for multi-purpose use. Ocean & Coastal Management. 71: 256-268.

ZWIN, M.; PINSKY, M.; RAHR, G. 2005. Angling ecotourism: Issues, guidelines and experience from Kamchatka. Journal of Ecotourism. 4 (1): 16-31

Recursos necessários

Sala de aula com infraestrutura básica: datashow, quadro branco com canetas (ou quadro negro com giz) e tela de projeção.

Transporte aos alunos para visitar marinas e entrevistar pescadores amadores.

Custos

R$ 50,00 para combustível e a disponibilização de duas viaturas para o transporte dos alunos

 

 

Área de Concentração: Aquicultura

Disciplina

TÓPICOS ESPECIAIS EM PESCA E AQUICULTURA

Técnicas para montagem de experimentos científicos

em aquicultura

Código

IPC-003-38

Docente(s) responsável(is)

Edison Barbieri e Paula Maria Gênova de CastroCampanha

Docente colaborador

Eduardo Gomes Sanches, Ana Zangirolame Gonçalves e Vanessa Villanova Kuhnen

Carga horária

30 horas-aula = 2 créditos (4 dias)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

15

Período

De 28 de novembro a 01 de dezembro de 2017.

Cronograma e horário

Aulas teóricas: 28 a 30/11;

Apresentação de seminários: 01/11.

 

Horário das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30

Local(is) de realização

Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Litoral Norte – Ubatuba/SP

Ementa

Discussões sobre as questões centrais para a realização de experimentos; hipóteses; escolha das variáveis temporais e espaciais; co-variáveis; replicações e randomizações experimentais; dependência e independência dos dados; variáveis categóricas e contínuas; como conduzir experimentos manipulativos e naturais; delineando experimentos em campo.

Outras informações

Há alojamento gratuito em Ubatuba para doze pessoas. Existe a necessidade de se trazer roupa de cama. 

Qualquer dúvida, entrar em contato com o Prof. Eduardo Sanches

(Tel.: 12-3833-3017/ Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Critérios de Avaliação

Apresentações de seminários.

Bibliografia básica

 

Gotelli NJ & Ellison AM. 2011. Princípios de estatística em ecologia. Artmed, 528p.

 

Chamberlain TC. 1997. The method of multiple working hypotheses. In: The ecological detective. Hilborn R. & Mangel M (eds). Princeton University Press, 281-283p.

 

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