1° Semestre de 2018


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM

 

Disciplina

Tópicos Especiais  HISTOPATOLOGIA COMO UM MÉTODO DE AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS EM PEIXES

Código

IPC-003-41

Docente(s) responsável(is)

Dr. Edison Barbieri

Docentes ministrante

Prof. Dra. Karina Fernandes Oliveira Rezende

Créditos

02 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

10

Período

05 a 09 de fevereiro de 2018

Cronograma e horário

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo, SP - aulas teóricas
Universidade de São Paulo (ICB/USP) - aulas práticas

Ementa

  • Conceito sobre histologia e tipos de microscopia.
  • Introdução dos principais impactos ambientais e as consequências na saúde dos peixes.
  • Estudo dos tecidos biológicos e principais alterações oriundas dos impactos ambientais nos órgãos alvos.
  • Detalhamento sobre os processamentos histológicos de diferentes órgãos e como analisar.

Critérios de Avaliação

 Seminário

Procedimentos didáticos

 Aulas teóricas e práticas

Objetivos

 Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

 Laboratório

Bibliografia

Osso, Q; Marshall, NB e Blaxter, JHS 1995. Biologia dos Peixes. Chapman e Hall. Londres. 332 pp.

Iwama, G; Nakanishi, T. 1996. O Sistema Imune do Peixe. Imprensa Acadêmica. San Diego. 380 pp.

Ferguson, HW 2006. Patologia Sistêmica dos Peixes. Scotian Press. Londres. 366 pp.

Lalli, C. Oceanografia Biológica: uma introdução. Butterworth Heinemann, 1997

 


 

Disciplina

TÓPICOS ESPECIAIS - USO DE REGRESSÔES LINEARES E NÃO LINEARES EM ESTUDOS DE PESCA E AQUICULTURA

Código

IPC-003-44

Docente responsável

Dr. Edison Barbieri

Docente ministrante

Prof. Dr. Jorge Luiz Rodrigues Filho (Universidade Estadual de Santa Catarina)

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

03

Nº de alunos máx.

12

Período

07/05/2018 a 11/05/2018

Cronograma e horário

Aulas teóricas e práticas - 07/05/2018 a 11/05/2018 (período integral)

Local de realização

Instituto de Pesca - Cananéia, SP

Ementa

  • Teoria de regressões lineares; diferenças entre regressão e correlação; conceito de independência e dependência entre variáveis; residuos de uma regressão, uso de regressões em trabalhos de Pesca e Aquicultura.
  • Método dos mínimos quadrados: coeficientes de uma regressão; comparação dos coeficientes de uma reta sob distintos tratamentos experimentais; valores preditivos da variável Y; intervalo de confiança da regressão linear.
  • Como testar a significância da regressão linear? uso de testes estatísticos:  análise de variância na regressão; “teste t de student” para os coeficientes da regressão; coeficiente de correlação linear e estimativa do coeficiente de determinação; premissas para os resíduos de uma regressão.
  • Comparando distintas regressões lineares: aplicações de comparações múltiplas entre coeficientes de retas; regressões múltiplas lineares.
  • Regressões não lineares: exemplos de distintos tipos de curva em Pesca e Aquicultura; ajustamento de curvas; equações exponenciais, potenciais; assintóticas e logísticas; transformações de variáveis; aderência das curvas; variância das curvas; regressões múltiplas não lineares.
Outras informações relevantes As despesas com alimentação decorrentes dos deslocamentos para as visitas técnicas correrão por conta dos próprios alunos. Hospedagem não será custeada pelo Programa.

Bibliografia básica

King, M., 1995. Fisheries Biology, Assessment and Management. Fishing News Books, Oxford, pp: 102-111

Sparre, P. & S. C. Venema, 1998 - Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1. Manual. FAO Fisheries Technical Paper Nº 306.1. Rev. 2. Rome, FAO, 407 p.

Sparre, P. & S. C. Venema, 1999. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 2. Exercises. FAO Fisheries Technical Paper. No. 306.2, Rev. 2. Rome, FAO. 1999. 94 p.

Sokal, R.R. & Rohlf, F.J. 1994. Biometry. 3ª ed. Freeman & Company, USA, 859p.

Zar, J. 1996. Biostatistical Analysis. 3ª ed. Prentice-Hall, USA, 620p

Zuur, A.F., Ieno, E.N. & Smith, G.M. (2007) Analysing Ecological Data. Springer, New York.

 

Disciplina

Tópicos Especiais: PRINCÍPIOS DE CRIOPRESERVAÇÃO APLICADOS A GAMETAS DE PEIXES

Código

IPC-003-42

Docente responsável

Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha 

Docentes ministrantes

Dra. Taís da Silva Lopes

Dra. Elisabeth Romagosa

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

12

Período

26 de fevereiro a 02 de março de 2018

Cronograma e horário

Seg – 26/fev 9-12h00 e 13-17h

Ter – 27/fev 9-12h00 e  13-17h

Qua – 28/fev 9-12h00 e 13-17h

Qui – 01/mar 9-12h00 e 13-17h

Sex – 02/mar 9-12h00

Local de realização

Instituto de Pesca - São Paulo (SP).

Ementa

Dia 1 – Teórico: Princípios básicos de criobiologia: biofísica e biologia das células;

Dia 2 – Teórico: Princípios de criopreservação: soluções crioprotetores, taxas de resfriamento e aquecimento, formação de cristais de gelo;

Dia 3 – Teórico: Gametas de peixes: sêmen, oócitos, embriões e células alternativas;

Dia 4 – Teórico-Prático: Artigos científicos e exercícios de delineamento experimental;

Dia 5 – Prático: Ensaios experimentais.

Critérios de Avaliação

Presença, participação, exercícios e relatório. 

Procedimentos ditáticos

Aulas teóricas com a utilização de recursos áudio-visuais, exercícios teóricos com para compreensão e fixação do conteúdo. Utilização de artigos científicos para avaliação e apresentação dos alunos.

Aulas práticas em laboratório para vivência e aplicação do conteúdo. 

Objetivos Introduzir a criopreservação como ferramenta na conservação de material genético de espécies de peixes ameaçadas extinção, bem como para produção aquícola.
Recursos necessários Data-show para aulas – Laboratório para práticas: preparação de soluções crioprotetoras e manipulação e observação de gametas em microscópio e/ou estereomicroscópio. 

Bibliografia básica

Mazur. Principles of Cryobiology. In: Fuller, Lane, Benson. Life in the Frozen State. 2005. 3-65pp.

Pegg. Principles of Cryopreservation. In: Day, Stacey. Cryopreservation and Freeze-Drying Protocols. Second ed. 2015. 39-56pp.

Cabrita, Robles, Herraez. Methods in Reproductive Aquaculture. CRC Press. 2008.

Digmayer, M. Influência da baixa temperatura e diferentes crioprotetores em oócitos e embriões de Colossoma macropomum e Piaractus brachypomus. Tese Universidade Estadual de Maringá, 2013.

Fornari, D.C.; Ribeiro, R.P.; Streit Jr., D.P.; Vargas, L.; Godoy, L.C.; Oliveira, C.A.L.; Digmayer, M.; Galo, J.M.; Neves, P.R. Increasing storage capability of pacu (Piaractus mesopotamicus) embryos by chilling: development of a Useful methodology for hatcheries management. CryoLetters 2012, 33: 125-133.

Honji, R. M. Controle do eixo hipotálamo-hipófise-gônadas do surubim do Paraíba Steindachneridion parahybae (Siluriformes: Pimelodidae) em relação ao ciclo reprodutivo e à reprodução induzida em cativeiro. Dissertação Universidade de São Paulo, 2011.

Honji, R.M.; Tolussi, C.E.; Mello, P.H.; Caneppele, D.; Moreira, R.G. Embryonic development and larval stages of Steindachneridion parahybae (Siluriformes: Pimelodidae): implications for the conservation and rearing of this endangered Neotropical species. Neotropical ichthyology 2012, 10: 313-327.

Lopes TS, Sanches EA, Okawara YR, Romagosa E. Chilling of Steindachneridion parahybae (siluriformes: pimelodidae) embryos. Theriogenolgy. 2015; 84:538-544. 

Lopes TS, Streit DP, Fornari DC, Oliveira D, Ribeiro RP, Romagosa E. Chilling curves for Piaractus mesopotamicus (Holmberg, 1887) embryos stored at −8°C. Zygote. 2012; 1:1-6.

Menezes, J. T. B.; Queiroz, L. J. D.; Doria, C. R. D. C.; Menezes Jr, J. B. Avaliação espermática pós-descongelamento em tambaqui, Colossoma macropomum (Cuvier, 1818). Acta Amazonica 2008, 38: 365-368.

Murgas, L. D. S.; Miliorini, A. B.; Freitas, R. T. F.; Pereira, G. J. M. Criopreservação do sêmen de curimba (Prochilodus lineatus) mediante adição de diferentes diluidores, ativadores e crioprotetores. Revista Brasileira de Zootecnia 2007, 36: 526-531.

Oliveira, A. V.; Viveiros, A. T. M.; Maria, A. N.; Freitas, R. T. F.; Izaú, Z. A. Sucesso do resfriamento e congelamento de sêmen de pirapitinga Brycon nattereri. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia 2007, 59: 1509-1515.

Plachinta, M.; Zhang, T.; Rawson, D.M. Studies on cryoprotectant toxicity to zebrafish (Danio rerio) oocytes. CryoLetters 2004, 25: 415-424.

Sanches, E. A., Marcos, R. M., Okawara, R. Y., Caneppele, D., Bombardelli, R. A.; Romagosa, E., Sperm motility parameters for Steindachneridion parahybae based on open-source software. Journal of Applied Ichthyology 2013, 29: 1114–1122. 

Streit Jr, D. P.; Godoy, L.C.; Ribeiro, R.P.; Fornari, D.C.; Digmayer, M.; Zhang, T. Cryopreservation of Embryos and Oocytes of South American Fish Species. 2014.

 

Disciplina

INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE DADOS BIOLÓGICOS

Código

IPC-003-41

Docente responsável

Dra. Maria Letizia Petesse

Docente permanente

 

Créditos

2

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

6

Nº de alunos máx.

15

Período

19/03, 21/03, 26/03, 28/03, das 8:30 às 17:30

Cronograma

19/03 - manhã: teoria – tarde: prática

Conceitos básicos sobre métodos de amostragem e desenho experimental

Tipos de variáveis quantitativas e qualitativas

População estatística e amostra

Estatística descritiva: medidas de tendência central e de dispersão.

Formas de representação dos dados: tabelas e gráficos

21/03 - manhã: teoria; tarde: prática.

Distribuições de probabilidade

Erros do tipo I e tipo II, nível de significância e poder do teste

Teste de hipóteses:

Teste t para duas amostras

Pressupostos: teste de normalidade e homogeneidade de variâncias

26/03 -  manhã: teoria; tarde: prática

Modelos lineares

Análise de Variância (ANOVA) simples e fatorial

Testes a posteriori

Testes não paramétricos:

Teste de Wilcoxon, Teste de Mann-Whitney, Teste de Kruskal-Wallis

28/03 – manhã: teoria e prática; tarde: prova.

Correlação e Regressão linear simples

Correlação de Spearman

Prova individual

Critérios de avaliação

Exercícios em sala, apresentações de seminários, prova individual.

Local de realização

Instituto de Pesca, Santos, SP.

Ementa

O curso é uma introdução à análise estatística e interpretação de dados biológicos. Os seguintes aspectos serão abordados:

  1. Análises exploratórias de dados: estatísticas descritivas; medidas de tendência central e dispersão.
  2. Distribuições de probabilidade, Modelos lineares: teste t para duas amostras; analise de variância e testes de normalidade e homogeneidade de variâncias.

Testes não paramétricos: Mann-Whitney e Kruskal-Wallis

Recursos necessários

Sala de aula com infra-estrutura básica: aparelhos: 01 microcomputador e datashow; e materiais: quadro branco com canetas e tela de projeção.

Bibliografia

Krebs, C.J. Ecological methodology. 3rd. ed. Menlo Park: Addison Wesley Longman, 2014. Disponível em: http://www.zoology.ubc.ca/~krebs/books.html

Logan, M. 2010. Biostatistical design and analysis using R. Oxford: Wiley-Blackwell. 546p.

Vieira, S. 2010. Bioestatística: tópicos avançados. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 288p.

Zar J.H., 2010: Biostatistical analysis. Prentice-Hall/Pearson, 994p.

Outras informações

É necessário notebook para a realização das aulas.

 

Disciplina

Tópicos Especiais: PRÁTICAS EM BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO MARINHA E COSTEIRA

Código

IPC-003-043

Docente(s) responsável(is)

PqC Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente (s) ministrante (s)

PqC Dra. Marília Cunha Lignon

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

15

Período

16 a 19 de abril de 2018 (integral)

Cronograma e horário

16 a 19 de abril de 2018, das 8h às 12h e das 14h às 18h (8h/dia)

Local de realização

Quarentenária – Cananéia - SP

Ementa

  • Histórico da Biologia da Conservação;
  • Conceitos fundamentas;
  • Serviços Ecossistêmicos em ambientes costeiros e marinhos;
  • Categorias das Áreas Protegidas da IUCN;
  • Sistema Nacional de Unidades de Conservação e relação com sistema de categorias da IUCN;
  • Convenções Internacionais e proteção de ambientes costeiros e marinhos;
  • Representação atual dos ecossistemas costeiros e marinhos no SNUC; 8. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e a conservação costeira e marinha;
  • Principais impactos antrópicos e naturais sobre os ecossistemas costeiros e marinhos
  • Mudanças climáticas e suas consequências sobre as Unidades de Conservação (UCs) costeiras e marinhas;
  • Estudos de Caso: realidades de Unidades de Conservação de Proteção Integral (PI) e de Uso Sustentável (US).

Critérios de Avaliação

Participação nas discussões realizadas em sala de aula, visitas técnicas e saídas de campo, em apresentação de seminários e durante atividades de elucidação e resolução de estudos de caso propostos. Os alunos irão realizar avaliações sobre UCs de PI e US, as quais serão discutidas durante a disciplina e saídas de campo.

Procedimentos didáticos

 

A disciplina será ministrada com base em aulas expositivas, dinâmicas e atividades práticas de modo a possibilitar o aluno a incorporar novos conhecimentos de forma ativa e construtiva. Serão realizadas saídas de campo às Unidades de Conservação de Proteção Integral e de Uso Sustentável, as quais serão foco dos estudos de caso.

Objetivos

A disciplina em questão tem como objetivos fornecer subsídios teóricos e práticos a profissionais que possam construir conhecimentos, ampliar a visão e desenvolver habilidades sobre a atuação na biologia da conservação de áreas costeiras e marinhas.

Recursos necessários e Outras observações

Datashow, tela de projeção, notebook, canetas para quadro branco, cartolinas coloridas para atividades práticas. Trata-se de disciplina com forte enfoque prático. Dessa forma, os alunos deverão participar com máquinas fotográficas, caderno de campo, roupas adequadas para campo em zona costeira, repelente e protetor solar. Lista de roupas adequadas para campo será fornecida.

Bibliografia

Brasília, 2016. Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima: sumário   executivo. Ministério do Meio Ambiente. Brasília, 12 p.

Castello, J.P. & Krug, L.C. (orgs.), 2015. Introdução às Ciências do Mar. Ed.

        Textos, Pelotas, 602p.

MMA, 2010. Panorama da Conservação dos Ecossistemas Costeiros e       Marinhos. Brasília, 148p.

MMA, 2011. Dez anos de Unidades de Conservação da Natureza. Lições do Passado, Realizações Presente e Perspectivas para o Futuro. Brasília, 220p.

Monteiro-Neto, C. & Mendonça-Neto, J.P., 2009. Biologia da Conservação Marinha. In.

Pereira, R.C. & Soares-Gomes, A. (orgs). Biologia Marinha. 2ª ed., Rio de Janeiro, Interciência, Cap. 24.

 

OBS. Além disso, serão utilizados artigos atuais e pertinentes ao tema, publicados em revistas científicas nacionais e internacionais, tais como Aquatic Conservation, Biological Conservation, Brazilian Journal of Oceanography, Journal of Coastal Conservation, Ocean and Coastal Management, PlosOne, Wetlands Ecology and Management, entre outras.

 

Disciplina

METODOLOGIA E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICAS

Código

IPC-004

Docente Responsável

Marcelo Barbosa Henriques

Docente Convidado

Roberto da Graça Lopes

Créditos

03

Carga horária

45 horas-aula

No mínimo de alunos

05

No máximo de alunos

12

Ementa

Estuda-se o pensar científico, discutindo como produzir ideias e resolver problemas e os fatores que dificultam o progredir da ciência, bem como o método científico e os tipos de pesquisa, abordando-se a pré-pesquisa (a construção do projeto de pesquisa), a colheita e tratamento de dados e informações e a pós-pesquisa (interpretação de resultados e elaboração dos instrumentos de comunicação/difusão do conhecimento: artigos, palestras, participação em eventos científicos e de popularização da ciência). Aborda-se também a prospecção de demandas e o direcionamento para projetos de pesquisa voltados à inovação tecnológica. Discute-se ainda o WEB Qualis e os critérios de avaliação para o enquadramento de periódicos na área de Zootecnia e Recursos Pesqueiros, bem como os documentos exigidos pelo Programa para a Qualificação e a Defesa.

Cronograma

 

Aulas (quintas-feiras): dias 15, 22 e 29 de março e 5 e 12 de abril (das 08:00 às 12:00 e das 13:30 às 18:00 horas)

Local de realização

 

Instituto de Pesca (CAPTAPM) – sala de aula – Santos

Outras informações relevantes

Planejamento. Manhãs: aulas teóricas. Tardes: apresentação de seminários individuais (o seminário que cada participante apresentará será sobre o seu próprio projeto de pesquisa, com ênfase para título, objetivos, justificativa e metodologia), participação em círculos de discussão envolvendo análise de artigos científicos, textos variados sobre pesquisa, políticas públicas de ciência etc.

Avaliação.Será feita com base no seminário e na qualidade da participação dos discentes nas aulas e outras atividades.

Bibliografia básica

“Como redigir trabalhos científicos”de Luís Rey, Editora Edgard Blücher

“Os cientistas precisam escrever”de Robert Barrass, T. A .Queiroz, Editor e Edusp

“O cotidiano da pesquisa”de Nelson de Castro Senra, Editora Ática 

“A ciência como atividade humana”de George F. Kneller (Universidade da Califórnia), Zahar Editores e Edusp

“Prematuridade na descoberta científica”(sobre resistência e negligência) de Ernest B. Hook (organizador), Ed. Perspectiva

“A estrutura das revoluções científicas”de Thomas S. Kuhn, Editora Perspectiva

“Metodologia científica”de A. L. Cervo e P. A .Bervian, Editora McGraw-Hill

“Etapas da investigação científica”de L. Hegenberg, Editora Pedagógica e Universitária e Edusp

“Ciência: da filosofia à publicação” de Gilson Luiz Volpato, FUNESP/UNESP

“O que é ciência afinal?”de A. F. Chalmers, Editora Brasiliense

“Regras e conselhos sobre a investigação científica”de Santiago Ramõn y Cajal, T.A. Queiroz, Editor e Edusp

“Valores e atividade científica”de Hugh Lacey, FAPESP/Discurso Editorial

“Metodologia em ciência dedutiva”de Antonio José Marques, edição do autor

“Eureka – um livro sobre ideias” de Michael Macrone, Rotterdan Editores

“Elabore Projetos Científicos Competitivos: Biológicas, Exatas e Humanas”de Gilson Volpato e Rodrigo Barreto, Editora Best Writing

“História da Biologia Comparada” de Nelson Papavero, Jorge Llorente-Bousquets, David Espinosa Organista e Rita Mascarenhas, Holos Editora

“Para compreender a ciência – uma perspectiva histórica” de Maria Amália Pie Abib Andery et al., Editora Espaço e Tempo 

“Metodologia Científica - Teoria e Prática”de Carla Cruz e Uirá Ribeiro, Editora Axcel Books

Como fazer uma monografia”de Delcio Vieira Salomon, Editora Martins Fontes

“Descomplicando o complicado: aprendendo a fazer uma monografia em três dias” de Flávio Alves Barbosa, Editora Ciência Moderna

A Filosofia Explica as Grandes Questões da Humanidade” de Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu, Editora Casa da Palavra

Serão utilizados artigos retirados da Revista “Pesquisa FAPESP”, especialmente os relativos a políticas públicas de ciência, ética em ciência, qualidade da produção científica etc.

 

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: AQUICULTURA

 

Disciplina

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE BIVALVES MARINHOS

Código

IPA-004

Docente Responsável

Helcio Luis de Almeida Marques

Créditos

02

Carga horária

30 horas-aula

No mínimo de alunos

02

No máximo de alunos

08

Ementa

Abordagem teórica dos métodos de cultivo de mexilhões, ostras, pectinídeos e pterídeos, abordando aspectos biológicos relacionados ao cultivo, sistemas de cultivo adequados às condições brasileiras, obtenção de sementes, estruturas de cultivo, avaliação do crescimento e produção, elaboração de projetos zootécnicos, ordenamento e sustentabilidade dos cultivos.

Cronograma

 

Aulas teóricas: de 14 a 17/05/18 (das 9 às 12h e das 14 às 17 h);

Preparação dos seminários e apresentações: 18/05/18 das 9 às 12h

Avaliação: 18/05/18 (das 14 às 17 h).

Local de realização

Instituto de Pesca - São Paulo

Av. Francisco Matarazzo, 455 – Pq. Da Água Branca

Outras informações relevantes

As despesas com deslocamento e hospedagem em Santos correrão por conta dos alunos

Bibliografia básica

Maeda-Martinez, A.N. (ed), 2002. Los Moluscos Pectinídos de Iberoamérica: Ciencia y Acuicultura. Ed. Limusa, Mexico, 476 p.

Marques, H.L.A., 1998. Criação Comercial de Mexilhões. Ed. Nobel, São Paulo, 111 p.

Matthiesssen, G.C., 2002. Oyster Culture. Iowa State University Press, 176 p.

Resgalla JR., C.; Weber, L.I.; Conceição, M.B., 2008 (eds). O mexilhão Perna perna (L.), biologia, ecologia e aplicações. ED. Interciencia, Rio de Janeiro, 324 p.

Rupp, G.S. 2007. Cultivo da vieira Nodipecten nodosus em Santa Catarina: influência da profundidade, densidade e frequência de limpeza. Bol. Tec. EPAGRI, Florianópolis, 135, 83 p.

Shumway, S.E.; Parsons, G.J. (eds), 2016. Scallops: Biology, Ecology, Aquaculture, and Fisheries. Elsevier Science,1018 p.

Southgate, J.L.P. 2011. The pearl oyster. Elsevier, 544 p.

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA

 

Disciplina

 PESCA, SUSTENTABILIDADE CIÊNCIA PESQUEIRA

Código

IPP-001

Docente responsável

Dr. Acácio Ribeiro Gomes Tomás

Docente(s) ministrante(s)

Dr. Paula Genova de Castro Campanha (IP)
Dra. Ingrid Cabral Machado (IP),
Dr. Antonio Olinto Ávilada Silva (IP),
Dr. Teodoro Vaske(UNESP– CLP),
Dr. Rodrigo Silvestre Martins (Unifesp),
Dr. OrangelAguilera(UFF)

Créditos

4 créditos

Carga horária

60 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

10

Período

1ºsemestre / 2018: (05 a 14 de março)

Cronograma horário

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde.

Local de realização

Instituto de Pesca – Santos (SP) (aulas teóricas e práticas)

Ementa

·            Conceitos, Pesca Sustentável

·            Recursos e Frotas Pesqueiras: Petrechos, Dinâmica
e Seletividade

·            Alimentaçãoecadeiatrófica

·            Maturação reprodutiva – Estágios. Fecundidade

·            Transporte larval x recrutamento

·            Migração: conceitos básicos, estudos de caso e
ferramentas de estudo

·            Estimando parâmetros de crescimento e de mortalidade.

·            Impactos da Pesca: a pesca como predador

·            Como avaliar um recurso pesqueiro - Relação
estoque desovante

·            Principais modelos de avaliação: de produção, analíticos
e multiespecíficos

·            Recursos Humanos na Pesca

·            Registro estatístico de capturas

·            Manejo e Ordenamento da Pesca

·            Transconexões Ambientais entre Passado e
Presente e Relações com a Pesca

Critérios de Avaliação

Seminário

Procedimentos didáticos

Aulas teóricas e práticas

Objetivos

Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

Sala de multimídia, laboratório

Bibliografia

 Agostinho A. A.; GomesL.C.; PeliciceF.M. 2007 Ecologia manejo de recursos pesqueiros em reservatórios 
do Brasil
Maringá: EDUEM. 501p.

Babin P. J.; Cerda J.; Lubzens E. 2006. The Fish Oocyte - from basic studies to biotechnological applications.
Springer. 508p.

Berkes F.; Mahon R.; Mcconney P.; Pollnac R.;
Pomeroy R. 2006. Gestão da pesca de pequena escaladiretrizes 
métodos 
alternativos. RioGrande: Editora da FURG. 360p

Cadima E. L.; Caramelo A. M.; Afonso-Dias M.; Conte de
Barros P.; Tandstad M. O.; de Leiva-Moreno J. I. 2005.
Sampling methods applied to fisheries science: a manual. FAO Fisheries Technical Paper. No. 434. Rome. 88p.

Dias-Neto J. 2002. Gestão do Uso dos Recursos 
Pesqueiros Marinhos no BrasilMMA. Brasilia, DF. 164p.

Diegues A. C. 2004 pesca construindo sociedades.
São Paulo: Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

Fonteles-Filho A. A. 2011 OceanografiaBiologia Dinâmica Populacional de Recursos 
PesqueirosFortaleza: Expressão Gráfica e Editora. 464p.

Hart P. J. B.; Reynolds J. D. 2002. Handbook of Fish Biology and Fisheries. Vols. Iand 2.
Blackwell Publishing:

Haimovici M. (Org.) 2011 Sistemas Pesqueiros Marinhos Estuarinos do Brasil: Caracterização Análises da Sustentabilidade.
Rio Grande: Editora da FURG. 104p.

Hal S. J. 1999. The effects of fishing on Marine Ecosystems 
and Communities. Oxford: Blackwell Science Ltd. 274p.

Jennings S.; Kaiser MJ.; Reynolds J.D. 2000. Marine Fisheries Ecology. Blackwell Science Ltd. 417p.

Kaiser M. J. et al. 201. Marineecology Processes,
Systems, adImpacts. (2nded.). Oxford.

King M. 2007. Fisheriesbiology: assessment and 
management. (2nded.). Wiley-Blackwell, 400p.

McMillan D. B. 2007. Fish Histology - Female Reproductive 
Systems. Springer. 597p.

Nédélec C.; Prado J. 1990. Definition and classification of fishing gear categories.
FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 222 (Rev.1), 92p.

Nelson J. S.; Grande T. S.; Wilson M. V. H. 2016. Fishes of 
the World. 5nd ed. Wiley. 707p.

Quinn T. J. L.; Deriso R. B. 1999. Quantitative Fish 
Dynamics. New York: Oxford University Press. 542p.

Sparre, P.; Venema, S.C. 1998. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1.
Manual. FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 306/1 (Rev. 2), 407p. 

Taylor W. W.; Schecter M. G.; Wolfson L. G. 2007.
Globalization: effects on Fisheries Resources. Cambridge. 550p.

Vazzoler A. E. M.; Soares L. S. H.; Cunningham P. T. M. 1999. Ictiofauna da Costa brasileira. In: Lowe-McConnel, R. H. Estudos de Comunidades de Peixes Tropicais.
São Paulo: EDUSP. P. 424-467.

Zar J. H.2009 Biostatistical Analysis. 5ed. NewJersey:
Prentice-Hall. 944p

 

Disciplina

ICTIOLOGIA PESQUEIRA I – BIOECOLOGIA GERAL

Código

IPP-003

Docente Responsável

Alberto Ferreira de Amorim

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula

no mínimo de alunos

05

no máximo de alunos

10

Período

 

Curso condensado de 30 de janeiro a 08 de fevereiro/2018
das 8 h às 17 h (aulas teóricas e práticas).

Cronograma

·        30/01 - Aula 1

·        31/01 - Aula 2 e Avaliação parcial

·        01/02 - Aula 3

·        02/02 - Aula 4 e Avaliação parcial

·        05/02 - Aula 5

·        06/02 - Aula 6 e Avaliação parcial

·        07/02 - Aula 7

·        08/02 - Aula 8 e Avaliação final

Avaliação

Exercícios aplicados, apresentações de seminários, análise de artigos científicos,
prova individual

Local de realização

Sala de aula teórica, no Instituto de Pesca – Santos;

Laboratório Multiuso para aula prática, no Instituto de Pesca – Santos; saída ao mar da
praia de Perequê, Guarujá e se possível visita a coleção científica do IBIMM,
e arrasto de picaré na praia de Guaraú.

Recursos necessários*

·         Sala de aula com infra-estrutura básica: datashow e tela de projeção;

·         Materiais: material cirúrgico (pinça, bisturi e tesoura) e avental, boné, luva e bota;

Outras informações relevantes

Qualquer dúvida escrever para: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ementa

·        Estudo da diversidade de espécies de peixes no ambiente marinho, sob o efeito
dos diferentes tipos de exploração;

·        influência dos impactos antrópicos sobre o ecossistema e a atividade pesqueira;

·        conceitos gerais de biologia, anatomia e fisiologia de peixes; e problemática
socioeconômica da atividade pesqueira.

Bibliografia básica

Applegate, S.P. 1965 Tooth terminology and variation in shark with special
reference to the sand shark, Carcharias taurus Rafinesque. Contr. Sci.,
Los Angeles County Museum, Los Angeles, (86): 1-18.

BERTALANFFY, L. von 1938 À quantitative theory of organic growth.
Human Biology, 10(2) :181-213.

Bigelow, H. B., and Schroeder, W. C. (1948).  Sharks. In: Tee-Van, J. et al. ‘Fishes
of de Western North Atlantic’. Part. 1. New Haven, Sears Foundation for Marine
Research. p.59-576. (Memoir, 1).

BUDKER, P.  1958 La vivirarité chez les sélaciens. In GRASSÉ, P.P. Trait de
Zoologie: anatomie, systématique, biologie. Part. <is>L' Academie Saint-Germain de
Medecine, Paris (6) :1755-90.

Castro, J.I.; Woodley, C.M.; Brudek, R.L. 1999 A preliminary evaluation
of the status of shark species. FAO Fisheries Technical Paper. No 380. Rome, FAO, 22 p.

Castro, P., e Huber, E. 1992 Marine biology. Mosby-Year Book, Inc., Saint Louis, Missouri.

Compagno, L.J.V. 1984  FAO species catalogue, Vol.4. Sharks of the world. An annotated,
and illustrated catalogue of shark species know to date. Parts 1, and 2. FAO Fish.
Synop
. 125(4): 1-665.

Compagno, L.J.V. 2001 FAO species catalogue, No 1, Vol 2. Sharks of the world. An
annotated, and illustrated catalogue of shark species know to date. Parts 2. FAO Fish. Synop. :269.

FAO  1978  Species identification sheets for fishery purposes (Western Central Atlantic).
Fish. areas: 31, vol.I, II, III, IV, V, VI Roma, 1.

FAO  1994  Review of the state of world marine fishery resources. FAO Fisheries
Technical Paper. 335:136.

FAO  1999  A preliminary evaluation of the status of shark species. FAO Fisheries
Technical Paper. 380:72.

Figueiredo, J.L. 1977 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. I. Introdução.
Cações, raias e quimeras. São Paulo, Museu de Zoologia, USP, 104pp.

Figueiredo, J.L. e Menezes, N.A. 1978 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
II. Teleostei (1). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 110p.

Figueiredo, J.L. e Menezes, N.A. 1980 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
III. Teleostei (2). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 90p.

Figueiredo, J.L. e Menezes, N.A. 2000 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
VI. Teleostei (5). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 116p.

Gribble, N.A.; McPherson, G.; Lane, B.  1996  Shark management and conservation.
Proceedings from the sharks and man workshop of the Second World Fisheris Congress.

Brisbane, Australia, 2 August, 143.

GRIMES, D.J. 1990 Review of human pathogenic bacteria in marine animals with
emphasis on sharks. Elasmobrachs as living resources: advances in the biology,
ecology, systematics, and the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuch, eds)
NOAA Technical Report NMFS 90: 63-9.

HOENIG, J.M. e GRUBER, S.H. 1990 Life-history patterns in the elasmobranchs:
implications for fisheries management.In:Elasmobranch as living resources:
advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries
(Pratt, Gruber and Taniuchi, eds) NOAA Techical Report NMFS, 90:1-16.

HOLDEN, M.J. 1974 Problems in the rational explotation of elasmobranch
population and some suggested sollutions. In Sea fisheries research
(F. R. Harden-Jones, ed.) John Wiley and Sons, New York, :117-37.

HOLDEN, M.J. Elasmobranchs. Fish population dynamics (J.A. Gulland, ed)
John Wiley , Sons, New York, 1977, Chap.9.

Ivo, C.T.C. e Fonteles-Filho, A.A. 1997 Estatística Pesqueira: Aplicação em
Engenharia de Pesca. TOM Gráfica Ed., Fortaleza: 193.

Kellogg, J.L., 1915 Ciliary mechamisms of Lamellibranchs with descrition of anatomic
J. Morph., 26 (4): 625 – 701.

Legendre, P. e Legendre, L. 1998. Numerical Ecology. Developments in Environmental
Modeling, 20. Elservier Science, New York. 853p.

Lerman, M. 1986. Marine Biology: environment, diversity and ecology. The Beijamin/Cummings
Company, Inc, California.

Levinton, J.S. 2001. Marine Biology: Function, Biodiversity, Ecology. Oxford University Press,
New York. 515p.

Magro, M. e Cergole, M.C. 2000 Síntese de conhecimentos dos principais recursos pesqueiros
costeiros potencialmente explotáveis na costa sudeste-sul do Brasil: Peixes. Avaliação do Potencial
Sustentável de Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva -REVIZEE: 143.

Magurran, A.E. 1988. Ecological Diversity and its Measurement. Croom Helm, London. 200p.

Menezes, N.A e Figueiredo, J.L. 1980 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
IV. Teleostei (3). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 96p.

Menezes, N.A e Figueiredo, J.L. 1985 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
V. Teleostei (4). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 105p.

OTAKE, T. 1990 Classification of reproductive modes in sharks with comments on female
reproductive tissues and structures: In: Advances in the biology, ecology, systematics, and
the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuchi, eds) NOAA Techical Report NMFS, 90: 111-30.

PASTEELS, J. 1958 Développement embryonnaire. In: GRASSÉ, P. P. In: Trait de zoologie:
anatomie, systématique, biologie. Part. Acadmie Saint-Germain de Medecine,
Paris, v.6,:1685-754, 1958.

PAULY, D. 1980 On the interrelationships between natural mortality, growth parameters, and
environment temperatura in 175 fish stocks. J. Cons. int. Explor. Mer, 39(2):175-92.

PAULY, D. 1983 Some simple methds for the assessment of tropical fish stocks.
FAO Fish Tech. Pap., 234,:52p.

Prince, E. e Pulos, L.M. 1983  Proceedings of the International Workshop on age
determination of oceanic pelagic fishes: tunas, billfish, and sharks. NOAA
Technical Report NMFS 8: 211.

Pratt-Jr. H.L.; Gruber, S.H.; Taniuchi, T. 1990 Elasmobranchs as living resources:
Advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries.
NOAA Technical Report NMFS, 90: 518.

ROMER, A.S.; PARSON, T.S. 1985 Anatomia comparada dos vertebrados.
Trad. COSTACURTA, L. et alii, São Paulo, Atheneu Editora, 559P.

Yano, K; Yabumoto, Y .; Nakaya, K. 1997 Biologia do tubarão megamouth. Imprensa da Universidade de Tokai: 203.

2º Semestre de 2018

 

calendário 1

calendário 2

 

(ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM)

Disciplina

 Tópicos Especiais - Curso: Mercados e consumo: a problemática da     sustentabilidade da atividade pesqueira

Código

 IPC-003-48

Docente Responsável

 Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha
Docentes Colaboradores  Dra. Marie Anne Najm Chalita

Créditos

 2 créditos

Carga horária

 30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

nº mínimo de alunos

 05

nº máximo de alunos

 10

Período

 06, 13, 20 e 27 de setembro/2018 (2º semestre/2018) (quinta-feira)
Cronograma e horário  Horário das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00.

Local de realização

 Instituto de Pesca – São Paulo, SP
Ementa 

 Os mercados são estruturas sociais que articulam agentes definidores   de produtos, preços e condições de pagamento específicas, portanto,   são importantes objetos de investigação. A sociologia econômica define   mercado como um arranjo institucional particular que incorpora duas   dimensões: a natureza da ação comum (auto-interesse
 ou obrigatório) e a forma de distribuição do poder, ou seja, o modo de   coordenação 
 das interações sociais existentes nas trocas econômicas. Os     parâmetros principais 
 das transações econômicas são os direitos de propriedade (lucro);   regras de acesso 
 e troca (regularidade e legitimidade); valoração dos bens naturais   (especificidade 
 dos ativos). A contestabilidade de um mercado se define por conjunto   de distintos 
 fluxos, rotinas e regulamentos institucionais que são influenciados por   decisões de agentes não econômicos que vão agir como barreiras de   ordem moral e de valores, 
 de natureza tanto social quanto ambiental, na produção e no consumo   do bem.

 O mercado do pescado apresenta fluxos e rotinas institucionais que   visam edificar barreiras de natureza ética e, neste sentido, agregam   agentes não econômicos. Entretanto, observam-se dificuldades no   estabelecimento da contestabilidade do mercado do pescado e,   consequentemente, do consumo sustentável deste 
 alimento.  Há, sobretudo, uma carência de instrumentos de qualidade   (para além dos sanitários) que possam orientar o consumo uma vez
 que há um custo de extração, mas não de exploração dos recursos   naturais envolvidos, tanto no caso da pesca de captura quanto no
 caso do cultivo. Esta situação acaba por comprometer a própria
 atividade pesqueira. O consumo sustentável aponta como
 possibilidade de diminuir a assimetria de informações necessária   ao melhor controle da produção, da informalidade na
 comercialização e da avaliação da qualidade stricto e latu sensu do   produto, levando a uma política mais consequente de formação de   preços. O objetivo da disciplina é analisar, a partir da definição do
 que é o mercado, quais são as características principais do mercado
 do pescado, a caracterização geral do consumo do pescado no país
 e o potencial para modificar o quadro de obstáculos de ordem
 estrutural à incorporação da contestabilidade no mercado do pescado.

Critérios de Avaliação  Participação em aula e prova final.
Procedimentos Didáticos  As aulas são fundamentalmente expositivas sob leitura prévia de
 alguns itens bibliográficos.
Objetivos  Capacitar os alunos a analisar teórica e metodologicamente as
 diversas estratégias de abordagem dos fenômenos econômicos     apresentados em seus projetos de pesquisa através da sociologia.
Recursos Necessários

 Data show. Pasta com a bibliografia obrigatória para leitura dos
alunos. O docente solicita ler os projetos dos alunos  eventualmente matriculados na disciplina antes do início das aulas.

Bibliografia básica

ABRAMOVAY, Ricardo (2004) – “Entre Deus e o Diabo - mercados e
interação humana nas ciências sociais” – Tempo Social – Revista de 
Sociologia da USP - http://www.econ.fea.usp.br/abramovay/artigos_cientificos/2004/

Formas_de_organizacao_
dos_mercados.pdf

BOURDIEU, Pierre. É possível um ato desinteressado? In: 
Razões práticas. Sobre a teoria da ação. Campinas, SP: Papirus, 1996, pp.137-156.

CARVALHO, A.B. (2000). Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo, Malkron Books do Brasil Editora Ltda.

DEQUECH, David. (2003), “Uncertainty and economic sociology: a 
preliminary discussion”. The American Journal of Economics and 
Sociology
, 62 (3):509-532.

GARCIA-PARPET, Marie-France. (1994), “Espace de marché et modes 
de domination”. Études Rurales, 131-132.

LOPES, Jr, Edmilson. As potencialidades analíticas da Nova Sociologia 
Econômica. Sociedade e Estado, UnB, 17(1), 2002, pp. 39-62.

SEN, Amartya (1987/1999) — “Comportamento econômico e sentimentos 
morais”, in Sobre Ética e Economia — Companhia das Letras, São Paulo.

STEINER, Philippe (2005) – La Sociologie Économique – La Découverte. – 
Traduzido para o português pela Editora Atlas, 2006. Versão em português: 
Mercado como política: uma abordagem político-cultural das instituições de
mercado. Contemporaneidade e Educação, 9, pp. 26-55, 2001.

VIEIRA, P. H. F. Gestão Patrimonial de Recursos Naturais:
Construindo o ecodesenvolvimento em regiões litorâneas. In: Clóvis Cavalcanti. (Org.). Desenvolvimento e Natureza: Estudos para uma sociedade sustentável. 
São Paulo: Cortez, 1995, p. 293-322.

 

Disciplina

 Monitoramento da qualidade da Água: Bioindicadores e aspectos   físicos e   químicos.

Código

 IPC-003-47

Docente Ministrante

 Dra. Luciana Carvalho Bezerra de Menezes (coordenação)

 Dr. Adalberto José Monteiro Junior

 Doutorando MsC. José Ricardo Baroldi Ciqueto Gargiulo (convidado)

Créditos

 2 créditos

Carga horária

 30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

no mínimo de alunos

 3

no máximo de alunos

 8

Período

 17, 18, 19 e 21 de setembro de 2018

Cronograma e horário 

 Das 9 as 17h30

 17/09

 9h – 10h: Apresentações: discentes, docentes e curso;

 10h – 10h20: café

 10h20 – 12h: Profa. Luciana:

  • Ambientes lênticos e lóticos: aspectos físicos (substrato...) e biológicos;
  • Fontes poluidoras;
  • Eutrofização.

12h – 13h: almoço;

13h – 17h30: Prof. Adalberto:

  •   Parâmetros físicos e químicos: metodologia, amostragem em diferentes ambientes, importância da estratificação, balanço de  nutrientes, índices (IET, IQA)
  •  Abordagens do monitoramento (temporal, espacial vertical e   horizontal) na pesca e aquicultura.

 18/09

9h – 10h: Prof. Ricardo:

  • Justificativas do uso de zoobentos na análise de qualidade da  água;
  • Metodologia de amostragem (ambiente lótico e lêntico),    preparação de amostras e triagem de organismos;

10h-10h20: café

10h20 – 12h: Profa. Luciana:

  • Bioindicadores (fito, zoo e bentos);
  • Classificação geral de zoobentos;
  • Zoobentos como bioindicadores: tolerantes/sensíveis, respostas   dos índices às variações ambientais;
  • Estudo de caso – rio Embu-mirim;

 13h – 17h30: Prof. Ricardo:

  • Análise do zoobentos – índices bióticos;
  • Estudo de caso – reservatório Billings;
  • Estudo de caso – rio Sorocaba.

 19/09

 9h – 12h: coleta de água (horiba), fitoplâncton, zooplâncton e bentos   – Profa. Luciana, Prof. Adalberto e técnico Luiz Cláudio.

 12h – 13h: almoço.

 13h – 15h: prática de análises físicas e químicas - Profa. Luciana,   Prof. Adalberto e técnico Luiz Cláudio.

 15h – 15h20: café

 15h20 – 17h30: prática zoobentos.

 21/09

 Apresentação de seminários – Profs. Luciana, Adalberto e Ricardo.

Local de realização

 Instituto de Pesca – São Paulo

Ementa

 
  • Conceitos fundamentais de limnologia: componentes
    abióticos e bióticos de ambientes lênticos e lóticos.;
  • Monitoramento da qualidade da água em rios e
    reservatórios e sua influência na ictiofauna e na
    atividade da pesca;
  • Monitoramento da qualidade da água em
    aquicultura;
  • Parâmetros físicos e químicos relevantes para
    avaliação da qualidade da água;
  • Macroinvertebrados bentônicos como bioindicadores
    de qualidade da água;
  • Índices biológicos (diversidade, riqueza, uniformidade
    e dominância);
Critérios de Avaliação   Os alunos serão avaliados pela participação em aula e seminário   individual.
Procedimentos Didáticos
  • Aulas teóricas com utilização de recursos
    áudio-visuais (Datashow);
  • Aula prática no laboratório do Instituto de Pesca.
Objetivos  
  • Conhecer princípios fundamentais de limnologia
    com ênfase na qualidade da água;
  • Reconhecer a importância da qualidade da água
    na aquicultura, na ictiofauna e na atividade da pesca.
Recursos necessários  
  • Sala de aula com Datashow e acesso à Internet.
  • Utilização do laboratório de recurso hídricos.

Bibliografia básica 

 

 CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente (2005) Resolução     Resolução nº 357 de 17 de março de 2005. Diário Oficial da União. Brasília.   http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf.

 ELLIOTT, J.M. (1977) Statistical analysis of samples of benthic invertebrates.   Freshwater Biological Association. Ambleside. 157 p.

 ESTEVES, F. A. (1998) Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro:   Interciência, 2 ed., 602 p.

 MUGNAI, R.; NESSIMIAN, J.L BAPTISTA D.F.(2010) Manual de Identificaão   de Macroinvertebrados Aquáticos do Estado o Rio de Janeiro. Baptista 1.ed..   Rio de Janeiro :Technical Books. 174p.

 ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. (2008) Fundamentos de ecologia. São   Paulo:Cengage Learnng.

 PENNAK, RW. (1991). Freshwater invertebrates of United States: Protozoa to   Mollusca. 3.ed. Wiley-interscience Publication. 628 p.

 PÉREZ, GR. (1996). Guía para el estudio de los macroinvertebrados acuáticos   del Departamento de Antioquia. Presencia. Bogotá. 217p.

 TRIVINHO-STRIXINO, S. and STRIXINO, G. (1995). Larvas de Chironomidae   (Diptera) do Estado de São Paulo:
guia de identificação e diagnose dos   gêneros
. São Carlos, PPG-ERN/UFSCar. 229 p.

 

Disciplina

 Tópicos especiais em pesca e aquicultura

ECOTOXICOLOGIA: UTILIZAÇÃO DE BIOMARCADORES DE CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL

Código

 IPC-003-46

Docentes Responsáveis

 Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Edison Barbieri

Docente Colaborador  Edison Barbieri

Créditos

 03

Carga horária

 45 horas-aula

 mínimo de alunos

 02

n° máximo de alunos

 04

Período

 6 a 10 de agosto de 2018

Cronograma e horário 

 Aulas teóricas e práticas de 06 a 10 de agosto de 2018

Local de realização

 Instituto de Pesca – Cananéia 

Ementa

 
  • Introdução aos biomarcadores de contaminação ambiental: origens, princípios básicos e conceitos fundamentais.
  • Tipos de biomarcadores: biomarcadores de exposição, de efeito e de susceptibilidade.
  • Exemplos de parâmetros utilizados vulgarmente como biomarcadores: níveis de organização biológica a que a sua utilização se refere, suas funções e significado fisiológico, toxicológico e ecotoxicológico. Importância da informação complementar oferecida por ensaios de biomarcadores. Vantagens da sua utilização, especialmente em ambientes complexos e contaminados por diversos agentes. Limitações
  • Biomarcadores de condição física, de neurotoxidade, de biotransformação e de eliminação, de reprodução, de stress oxidativo, da condição energética, de genotoxicidade, entre outros.
  • Utilização dos biomarcadores em estudos laboratoriais e de campo. Objetivos dos estudos, hipóteses a testar, metas a atingir em função do tempo disponível, seleção de espécies sentinela, planeamento experimental e métodos de análise estatística e cuidados a ter na execução técnica, análise e interpretação dos dados, apresentação e comunicação de resultados. Discussão de casos de estudo. 
  • Relevância ecológica e integração com outros parâmetros utilizados em estudos ambientais.
Critérios de Avaliação   Prova
Outras Informações  As despezas com alimentação decorrentes dos deslocamentos   para as visitas técnicas correrão por conta dos próprios alunos.   Hospedagens não serão custeadas pelo Programa.

Bibliografia básica

 

CÔA, FRANCINE ; STRAUSS, MATHIAS ; CLEMENTE, ZAIRA ; RODRIGUES NETO, LAÍS L. ; LOPES, JOSIAS R. ; ALENCAR, RAFAEL S. ; SOUZA FILHO, ANTÔNIO G. ; ALVES, OSWALDO L.; CASTRO, VERA LÚCIA S.S.; Barbieri, Edison ; MARTINEZ, DIEGO STÉFANI T. Coating carbon nanotubes with humic acid using an eco-friendly mechanochemical method: Application for Cu(II) ions removal from water and aquatic ecotoxicity. SCIENCE OF THE TOTAL ENVIRONMENT, v. 607-608, p. 1479-1486, 2017

RUÍZ-HIDALGO, KARLA; MASÍS-MORA, MARIO; BARBIERI, Edison; CARAZO-ROJAS, ELIZABETH; RODRÍGUEZ-RODRÍGUEZ, CARLOS E. Ecotoxicological analysis during the removal of carbofuran in fungal bioaugmented matrices. Chemosphere (Oxford), v. 144, p. 864-871, 2016.

CAMPOS-GARCIA, JANAÍNA; MARTINEZ, DIEGO STÉFANI TEODORO;  REZENDE, KARINA FERNANDES OLIVEIRA ; DA SILVA, JOSÉ ROBERTO MACHADO CUNHA ; ALVES, OSWALDO LUIZ ; BARBIERI, Edison . Histopathological alterations in the gills of Nile tilapia exposed to carbofuran and multiwalled carbon nanotubes. Ecotoxicology and Environmental Safety, v. 133, p. 481-488, 2016.

BARBIERI, E.; CAMPOS-GARCIA, JANAÍNA ; MARTINEZ, DIEGO S. T. ; DA SILVA, JOSÉ ROBERTO M. C. ; ALVES, OSWALDO LUIZ ; REZENDE, KARINA F. O. . Histopathological Effects on Gills of Nile Tilapia (Oreochromis niloticus, Linnaeus, 1758) Exposed to Pb and Carbon Nanotubes. Microscopy and Microanalysis (Print), v. 22, p. 1162-1169, 2016.

GARCIA, J. C. ; MARTINEZ, D. S. T. ; ALVES, O.L. ; BARBIERI, E. Ecotoxicological effects of carbofuran and oxidised multiwalled carbon nanotubes on the freshwater fish Nile tilapia: Nanotubes enhance pesticide ecotoxicity. Ecotoxicology and Environmental Safety, v. 111, p. 131-137, 2015

LAUREN, D. E., & HINTON, D. J. (1990). Liver structural alterations accompanying chronic toxicity in fishes: Potential biomarkers of exposure. In J. F. McCarthy & L. R. Shugart (Eds.), Biomarkers of Environmental Contamination (pp. 472): CRC Press.

MARTÍNEZ-GÓMEZ, C., FERNÁNDEZ, B., VALDÉS, J., CAMPILLO, J. A., BENEDICTO, J., SÁNCHEZ, F., & VETHAAK, A. D. (2009). Evaluation of three-year monitoring with biomarkers in fish following the Prestige oil spill (N Spain). Chemosphere, 74, 613–620.

MOS, L., COOPER, G. A., SERBEN, K., CAMERON, M., & KOOP, B. F. (2008). Effects of Diesel on Survival, Growth, and Gene Expression in Rainbow Trout (Oncorhynchus mykiss) Fry. Environmental Science & Technology, 42(7), 2656-2662. doi: 10.1021/es702215c

MOUNT, D. R., & HENRY, T. R. (2008). Ecological Risk Assessment. In R. T. D. Giulio & D. E. Hinton (Eds.), The toxicology of fishes (pp. 1101). Boca Raton, Flórida: CRC Press.

NOGUEIRA, L., RODRIGUES, A. C. F., TRÍDICO, C. P., FOSSA, C. E., & ALMEIDA, E. A. d. (2010). Oxidative stress in Nile tilapia (Oreochromis niloticus) and armored catfish (Pterygoplichthys anisitsi) exposed to diesel oil. Environmental Monitoring and Assessment, Disponível online. doi: 10.1007/s10661-010-1785-9

PACHECO, M., & SANTOS, M. A. (2001). Tissue distribution and temperature-dependence of Anguilla anguilla L. EROD activity following exposure to model inducers and relationship with plasma cortisol, lactate and glucose levels. Environment International, 26(3), 149-155. doi: Doi: 10.1016/s0160-4120(00)00101-x

PAL, S., KOKUSHI, E., CHEIKYULA, J. O., KOYAMA, J., & UNO, S. (2011). Histopathological effects and EROD induction in common carp exposed to dietary heavy oil. Ecotoxicology and Environmental Safety, 74(3), 307-314. doi: 10.1016/j.ecoenv.2011.01.003

 

Disciplina

 Tópicos especiais em pesca e aquicultura

 Aspectos do crescimento e desenvolvimento de peixes

Código

 IPC-003-47

Docentes Responsáveis

 Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Edison Barbieri

Docente Ministrante  Vander Bruno dos Santos

Créditos

 2

Carga horária

 30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

 mínimo de alunos

 5

 máximo de alunos

 15

Período

 23, 24, 25, 30 e 31 de outubro de 2018

Cronograma e horário 

 Horário das 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

 Dia 07 a 09 de março – aulas teóricas, práticas, avaliação e   distribuição de seminários

 Dia 14 de março - Preparação do seminário e esclarecimento
 de dúvidas dos discentes

 Dia 15 de março – Apresentação de seminários e fechamento

Local de realização

 Instituto de Pesca – Sala da Pós Graduação, São Paulo, SP

Ementa

 
  • Aspectos zootécnicos relacionados ao crescimento, aplicações e cálculos;
  • Morfometria e alometria;
  • Crescimento compensatório e curvas de crescimento;
  • Aspectos da fisiologia muscular de peixes e miogênese;
  • Crescimento e desenvolvimento dos tecidos muscular e adiposo;
  • Fatores ambientais e endócrinos que afetam o
    crescimento de peixes;
  • Crescimento e composição química tecidual;
  • Recursos computacionais e análises estatísticas
    de dados de crescimento;
Critérios de Avaliação   Avaliação e apresentação de seminários
Procedimentos Didáticos  Aulas teóricas expositivas, discussões de artigos científicos
e aula prática
Objetivos  Apresentar aos discentes os aspectos relacionados ao
crescimento e desenvolvimento de peixes, a influência
de fatores intrínsecos e extrínsecos, a importância,
peculiaridades desses animais e as diferentes formas
de avaliação do aumento em massa muscular.
Recursos necessários  Recursos audiovisuais (datashow), microscópio, cópias

Bibliografia básica

 

JOHNSTON, I. A. Fish physiology - Muscle Development and Growth. Elsevier. v. 18. 2001.

SANTOS, V. B. Crescimento morfométrico e alométrico de linhagens de Tilápia (Oreochromis niloticus). 2004. 86 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2004.

SANTOS, V. B. Crescimento tecidual e composição corporal de linhagens de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). 2007. 90p. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2007.

SANTOS, V.B. Aspectos morfológicos da musculatura lateral dos peixes. B. Inst. Pesca 33, 127 – 135. 2007

SANTOS, V.B., MARECO, E.A., SILVA, M.D.P. Growth curves of Nile tilapia (Oreochromis niloticus) strains cultivated at different temperatures. Acta Sci. Anim. Sci. 35, 235–242.  2013. doi:10.4025/actascianimsci.v35i3.19443 

WEATHERLEY, A. H.; GILL, H. S. The biology of fish growth. London: Academic, 1987. 443 p.

WON, E.T., BORSKI, R.J. Endocrine regulation of compensatory growth in fish. Front. Endocrinol. (Lausanne). v.4, 74. 2013 doi:10.3389/fendo.2013.00074

STRAND, ASA. Growth- and Bioenergetic Models and Their Application in Aquaculture of Perch (Perca fluviatilis). 2005.

 

Disciplina

 ECOLOGIA DE ESTUÁRIOS

Código

 IPC-009

Docente Responsável

 Edison Barbieri

Créditos

 3 Créditos

Carga horária

 45 Horas

 mínimo de alunos

 2

 máximo de alunos

 5

Período

 01 a 06 de outubro de 2018

Cronograma e horário 

 (Teórica e Prática): 25 horas (T) e  20 horas (P)

 Aulas teóricas: Manhã (8h – 12h) e tarde (13h – 18h)

 Dia 06 (8:00-12:00) - Seminários

Local de realização

 Instituto de Pesca - NPDLS - Cananéia

Ementa 

 A disciplina abordará as relações e processos fundamentais dos   fatores ambientais e os diferentes efeitos nos níveis de   organização dos seres vivos. Apresenta também métodos de   como avaliar efeitos de fatores ambientais sobre organismos   cultiváveis. Os principais objetivos é Introduzir aos alunos   conceitos avançados sobre as interações entre os organismos   aquáticos e o ambiente estuarino e os mecanismos de   adaptações aos processos bióticos e abióticos.  Serão   abordados o ciclo hidrológico; classificação de estuários;   circulação estuarina; interações rio/estuário/oceano; variáveis   hidrológicas e ambientais; principais gases dissolvidos; ciclos   dos nutrientes; estrutura planctônica e suas relações tróficas   dentro dos sistemas estuarinos tropicais; distribuição das larvas,   juvenis e adultos de peixes nas diferentes porções do estuário   relacionados com a flutuação sazonal da cunha salina; evolução   e zoogeografia das assembléias de peixes em ecossistemas   estuarinos tropicais.
Outras Informações  O programa NÂO custeará alojamento, deslocamento e   alojamento
Critérios de Avaliação  Critério de avaliação: Participação em aula, apresentação de   seminários, exercícios, trabalhos escritos e provas escritas,   relatórios sobre experimentos.

Bibliografia básica

BARNES, S. K & R. N. HUGHES (1988). An introduction to marine biology. Blackwell Scientific Publications, Cambridge, Mass.: 351pp.

BOUGIS, P. (1974a). Ecologie du plancton marin Tome I- Le phytoplancton. Masson et Cie., Paris: 195pp.

BOUGIS, P. (1974b). Ecologie du plancton marin Tome II- Le zooplancton. Masson et Cie., Paris: 200pp.

CHENG, T. (ed) (1971). Aspects of the biology of symbiosis. University Park Press, Baltimore: 327pp.

CUSHING, D.H. (1975). Science and the fisheries. Studies in biology no. 85. Edward Arnold: 60pp.

CUSHING, D.H. (1975). Marine ecology and fisheries. Cambridge University Press, Cambridge: 235pp.

DIETRICH, G.; KALLE, K.; KRAUSS, W. & SIEDLER, G. (1980). General Oceanography: An introduction. John Wiley & Sons, New York: 626pp.

GRAHAME, J. (1987). Plankton and fisheries. Edward Arnold, Baltimore: 140pp.

HOLME N.A. & A.D. McINTYRE (1984). Methods for the study  marine benthos. Blackwell Scientific Publications, London: 387pp.

McLUSKY, D.S. (1981). The estuarine ecosystem. Blackie, Glasgow: 215pp.

NEWELL, G.E. & NEWELL, R.C. (1963). Marine Plankton. A pratical guide. Hutchinson, London: 244pp.

NYBAKKEN, J.W. (2001). Marine Biology, an ecological approach. Benjamin Cummings: 516pp.

RAYMOND, J.E.G. (1980). Plankton and productivity in the

RUSSEL, F.S. (1927). The vertical distribution of plankton in the sea. Biological Revue, 2: 213-262.

SIEBURTH, J.M.S. (1979). Sea microbes. Oxford University Press, New York: 491pp.

SINCLAIR, M. (1988). Marine populations. An essay on population regulation and speciation. University of Washington Press, Seattle: 252pp.

SOULE, D.F. & G.S. KLEPPEL (1988). Marine oganisms as indicators. Springer-Verlag, New York: 342pp.

SOURNIA, A. (ed.) (1978). Phytoplankton manual. Unesco, Paris: 337pp.

STEEDMAN, H.F. (ed.) (1976). Zooplankton fixation and preservation. Unesco, Paris: 350pp.

WOOD, E. (1987). Subtidal ecology. Edward Arnold, London: 125pp.

  

Disciplina

 

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA PÓS-GRADUAÇÃO

Código

 IPC-003-50

Docentes Responsáveis

 Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Edison Barbieri
Docentes Ministrantes  Eduardo Gomes Sanches e Vanessa Villanova Kuhnen

Créditos

 2 Créditos

Carga horária

 30 Horas

 mínimo de alunos

 4

 máximo de alunos

 12

Período

 6 a 9 de novembro de 2018.

Cronograma e horário 

 Horário das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30

Local de realização

 Centro do Pescado Marinho (Santos).

Ementa 

 Discussão sobre as principais dificuldades enfrentadas
 para uma ampla divulgação científica das pesquisas
 realizadas na pós graduação; leitura e discussão de
 artigos científicos sobre disseminação, divulgação e
 difusão científica; análise do discurso e diretrizes para
 a exposição oral de trabalhos científicos; estratégias
 para a elaboração de resumos de qualidade; emprego
 da criatividade na divulgação científica; discussão
 sobre os critérios de escolha de periódicos para
 publicação de artigos. (Observação: não é objetivo
 desta disciplina discutir técnicas de redação científica).
Critérios de Avaliação   Apresentação de seminário

Bibliografia básica

 

SCARANO, F.R. 2008. Why publish? Brazilian Journal
of Botany, 31(1), 189-194. https://dx.doi.org/10.1590/S0100-84042008000100017

VOLPATO, G. 2010. Pérolas da redação científica.
São Paulo: Ed. Cultura Acadêmica. 188p.

BOURNE, P.E. 2007. Ten simple rules for making
good oral presentations. Plos Computational Biology,
3(4): e77.

THOMAS, C.; BOURNE, P.E. 2007. Ten simple rules
for a good poster presentations. Plos Computational
Biology, 3(5): e102.

 

(ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: AQUICULTURA)

Disciplina

 SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PEIXES CONTINENTAIS TROPICAIS

Código

 IPA-014

Docente Responsável

 Leonardo Tachibana

Créditos

 4

Carga horária

 40 (Teórica) e 20 (Seminários)

 mínimo de alunos

 4

 máximo de alunos

 12

Período

 9 a 13 de julho de 2018

Cronograma e horário 

 09/07/2018 -Segunda-feira 

Manhã: 

1) Apresentação professor e alunos

2) Prova

3) Distribuição dos temas para os seminários

4) Estatísticas da produção de peixes

5) Noções gerais sobre as espécies de peixes

Tarde:

6) Qualidade da água

7) Capacidade de suporte, biomassa crítica, biomassa econômica

8) Introdução aos sistemas de criação de peixes

10/07/2018 - Terça feira

Manhã: 

9) Sistemas/regimes de criação de peixes - Extensivo
e Semi-intensivo

Tarde:

10) Piscicultura Intensiva - recirculação de água

- Raceway

11) Sistemas/regimes de criação de peixes - Extensivo e Semi-intensivo - Intensivo e super-intensivo

12) Tanque-rede

11/07/2018 - Quarta-feira:

Manhã:

13) Raceways

14) Tanques-rede (cont.)

15) Hapas

Tarde:

16) Policultivo/Peixe Verde/Consórcio/Biofloco

17) Principais empreendimentos do Brasil

12/07/2018 - Quinta-feira:

Manhã:

18) Nutrição e alimentação de peixes

Tarde:

1) Nutrição e alimentação de peixes

13/07/2018 - Sexta-feira:

Manhã:

2) Seminários

Tarde:

3) Seminários

Local de realização

 Instituto de Pesca - SP

Ementa

Apresentação dos conceitos básicos de aquicultura e piscicultura, dados estatísticos da produção de peixes, equipamentos utilizados na aquicultura, construções rurais, conceitos de biomassa econômica, capacidade suporte, escalonamento da produção, noções sobre qualidade de água em cada sistema de produção, noções de nutrição de peixes para cada sistema de produção, aspectos na criação de peixes e os sistemas e regimes utilizados nacionalmente e internacionalmente.

Critérios de Avaliação   As avaliações serão compostas por
  • Participação em sala de aula e visitas técnicas (peso 1);
  • Presença na disciplina (peso 1);
  • Prova escrita – enviada por forma eletrônica (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) até a data de 20/07/2018 às 23:59 horas (peso 5);
Seminário (peso 3)

Bibliografia básica

 CASTAGNOLLI, N., CYRINO, J.E.P. Piscicultura nos trópicos. São Paulo: manole 986. 152p.

DE SILVA, S.S.; ANDERSON, T.A. 1995. Fish Nutrition in Aquaculture. Chapman & Hall AQUACULTURE SERIES 1.

EL-SAYED, A.M. Tilapia Culture. Editora Biddles Ltda. UK, 2006, 277p.

EMBRAPA, 2013. Piscicultura de água doce: multiplicando conhecimento. 440p.

ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro. Interciência. 1988. 573p.

NRC, 2011. Nutrient Requirements of Fish and Shrimp. Halver, J. Animal Nutrition Series.

KUBITZA, F. 2011. Tilápia – Tecnologia e Planejamento na Produção Comercial. 2ª Edição. Jundiaí – SP, 316p.

LOPERA-BARRERO, N.M.; RIBEIRO, R.P.; POVH, J.A.; MENDEZ, L.D.V.; POVEDA-PARRA, A.R.V. Produção de organismos aquáticos: uma visão geral no Brasil e no Mundo. Editora Agrolivros, Guaíba/RS. 2011, 320p.

LUCAS, J.S.; SOUTHGATE, P.C. Aquaculture: farming aquatic animals and plants. Blackweel Publishing - UK. 2003, 502p.

ONO, A.E. E KUBITZA, F. 2003. Cultivo de Peixes em Tanque-rede. 3a. Edição, Jundiaí-SP, 126p.

SIPAÚBA- TAVARES, L.H. Limnologia aplicada à aquicultura. Jaboticabal. FUNEP, 1995. 70P.

TEIXEIRA FILHO, A.R. Piscicultura ao alcance de todos. São Paulo. Nobel. 1991. 213p.

 

(ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA)

Disciplina

 ECOLOGIA PESQUEIRA APLICADA

Código

 IPP-014

Docentes Responsáveis

 Acácio Ribeiro Gomes Tomás
Docente Ministrante    A confirmar

Créditos 

 4 Créditos

Carga horária  

 60 Horas

 mínimo de alunos

 4 

 máximo de alunos

 20

Período

 13 a 21 de agosto.

Cronograma e horário 

 Horário das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30

Local de realização

 Centro do Pescado Marinho (Santos).

Ementa

 O curso abordará, a partir de conceitos básicos da Ecologia,
 osprincipais usos dos diversos ambientes marinhos, com   abordagem abrangente acerca de Abundância, Biomassa e   Densidade, uso e aplicação de índices ecológicos, assembleia   e guilda, transferência e balanço energético, competição,
 cadeia trófica, resiliência e adaptabilidade, berçário, bem
 como as relações com as atividades antrópicas, com
 ênfase na pesca e interelações, via apresentações,
 debates, leitura e discussão crítica de textos selecionados.

Critérios de Avaliação   Seminário e Avaliação
Outras Informações   Aulas teóricas e práticas de interação.

Bibliografia básica

AGOSTINHO A.A.; GOMES L.C.; PELICICE F.M. 2007 Ecologia e manejo de recursos pesqueiros em reservatórios do Brasil. Maringá: EDUEM. 501p.  

DIEGUES A.C. 2004 A pesca construindo sociedades. São Paulo: Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p. 

HAIMOVICI M. (Org.) 2011 Sistemas Pesqueiros Marinhos e Estuarinos do Brasil: Caracterização e Análises da Sustentabilidade. Rio Grande: Editora da FURG. 104p.

HAL S.J. 1999. The effects of fishing on Marine Ecosystems and Communities. Oxford: Blackwell Science Ltd. 274p.

JENNINGS S.; KAISER M J.; REYNOLDS J.D. 2000. Marine Fisheries Ecology. Blackwell Science Ltd. 417p.

KAISER M.J. et al. 201. Marine ecology – Processes, Systems, ad Impacts. (2nd ed.). Oxford. 

TAYLOR W.W.; SCHECTER M.G.; WOLFSON L.G. 2007. Globalization: effects on Fisheries Resources. Cambridge. 550p.

 

Disciplina

 MÉTODOS E TÉCNICAS APLICADOS AO ESTUDO DA PESCA  CONTINENTAL

Código

 IPP-010

Docente Responsável

 Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha (IP-SP)
Docentes Ministrantes

 MSc. Lídia Sumile Maruyama (IP-SP)

 Dra. Luciana Carvalho Bezerra de Menezes (IP-SP)

 Dra. Maria Helena Carvalho da Silva (UNIFESO-RJ)

 Dr. Welber Senteio Smith (UNESP-Sorocaba, SP)

Créditos

 3 créditos

Carga horária

 45 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

 mínimo de alunos

 05

 máximo de alunos

 10

Período

 05 a 12 de novembro de 2018

Cronograma e horário 

 Horário das 09h00 às 13h00 ou das 14h00 às 18h00

Local de realização

 Sede do Instituto de Pesca/São Paulo/SP

Ementa

  • Introduzir ao aluno temas e ferramentas participativas empregadas em campo na obtenção de dados junto à pesca continental (profissional e amadora) visando subsidiar o monitoramento e manejo sustentável da atividade, integrando informações sobre o recurso, o ambiente, o pescador e suas estratégias de pesca e sua comunidade.
  • Fornecer a base teórica e prática sobre os métodos de avaliação tradicionais e participativos como ferramentas úteis no manejo da pesca de pequena escala.
  • Fornecer informações/treinamentos sobre a coleta e análises de dados bioecológicos e pesqueiros, de dados sociais, econômicos e institucional-legais.
Critérios de Avaliação   Os alunos serão avaliados pela participação em aula, seminário   individual e relatórios de campo.
Outras Informações  As aulas teóricas serão realizadas no Instituto de Pesca, em São   Paulo, capital. As aulas práticas (campo) ocorrerão,   possivelmente, nas cidades de Barra Bonita e Ibitinga, SP.
Convidados Especiais
  • Representante do Setor Produtivo pesqueiro continental do estado de SP
  • Cap. Marco Aurélio Venâncio (Polícia Militar Ambiental – SP) - confirmar
  • Representante da SEAP-SP e/ou IBAMA-SP
      ● Representante da SMA-SP
Procedimentos Didáticos  Aulas teóricas expositivas e práticas em campo (visitas aos   locais de desembarques pesqueiros/ comunidades pesqueiras   continentais, Colônia de Pescadores e Associações de Pesca,   dinâmicas de grupo, etc).
Objetivos    Introduzir o aluno em temas sobre os novos caminhos da gestão   pesqueira, buscando os conceitos, as ferramentas, os métodos,   as técnicas e estratégias de conservação alternativas de gestão   e na possibilidade de tomada de decisão de forma participativa,   com ênfase na pesca artesanal continental. Proporcionar uma   visão crítica e reflexiva sobre a pesca praticada em rios e   reservatórios.
Justificativa

 Nas regiões tropicais e em países em desenvolvimento, os   recursos pesqueiros oriundos da pesca de pequena escala,   representam importante fonte de alimento e renda para as   populações ribeirinhas e para aqueles que vivem no entorno das   barragens. Tal atividade reverte-se de importância econômica e   social para as populações ribeirinhas bem como atende aos   objetivos recreacionais, através da pesca amadora/ esportiva.   Conhecer a dinâmica dessas atividades e os problemas e   conflitos envolvidos entre os diferentes atores são um passo   importante para a gestão sustentável do uso dos recursos   pesqueiros e das atividades envolvidas.

 O aluno terá oportunidade ainda de conhecer na prática as   tecnologias de captura, as estratégias e estrutura da pesca de   pequena escala em seus aspectos sócio-econômicos, biológicos,   culturais e políticos.

Bibliografia básica

 

AGOSTINHO, A. A.; GOMES, L.C.; PELICICE, F. M. 2007 Ecologia de recursos pesqueiros em Reservatórios do Brasil. 501p.

BEGOSSI, A.(Org) 2004 Ecologia de Pescadores da Mata Atlântica e da Amanzônia. São Paulo: Hucitec. NEPAM/UNICAMP. 332p.

CATELLA, A. C. 2004 Procedimentos para estimar o rendimento pesqueiro dos

pescadores profissionais artesanais do Pantanal Sul. Circular Técnica Nº 53 Corumbá, MS. 3p.

CRAIG, J.F. 2016 Freshwater Fisheries Ecology. Edited by J. F. Craig. Wiley Blackwell, UK. 899p.

DIEGUES, A. C. 2004 A pesca construindo sociedades: leituras em antropologia

marítima e pesqueira. São Paulo: Núcleo de Apóio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

KALIKOSKI, D. C.(Org.) 2007 Gestão da pesca de pequena escala: diretrizes e

métodos alternativos. Editora da Fundação Universidade Federal do Rio Grande/FURG.

KALIKOSKY, D. ; DIAS NETO, J.; THÉ, A.P.G.; RUFFINO, M. L. ; MARRUL FILHO, S. 2009. Gestão compartilhada do uso sustentável de recursos pesqueiros: refletir para agir. Brasília: Ibama. 184 p.

LEVIN, J. 2004 Estatística para Ciências Humanas. São Paulo, 9ª Ed. Prentice Hall, 497p.

MARQUES, J. G. 2001 Pescando Pescadores: Ciência e Etnociência em uma Perspectiva Ecológica. NUPAUB-USP. São Paulo, 2ª Ed. 258p.

RUFFINO, M. L. (Coord.) 2004 A pesca e os recursos pesqueiros na Amazônia brasileira. Manaus: IBAMA/ProVárzes, 272p.

SMITH, W.S. 2014 Conectando peixes, rios e pessoas: como o homem se relaciona com os rios e com a migração de peixes/Organizador: Weber S. Smith. Socrocaba, SP. 104 p.

VIEIRA, P. F.; BERKES, F.; SEIXAS, C. S. 2005 Gestão Integrada e Participativa de recursos Naturais: conceitos, métodos e experiências. Florianópolis: Secco/APED, 416p.

YIN, R.K. 2016 Pesquisa Qualitativa do início ao fim. Robert. K. Yun: tradução: Daniel Bueno. Porto Alegre: Penso. 313p.

 

Disciplina

Recursos Pesqueiros II – InvertebradosTópicos especiais

Código

IPP-004

Docente Responsável

Acácio Ribeiro Gomes Tomás
Docentes Colaboradores Evandro Severino Rodrigues (IP), Jocemar Tomasino Mendonça (IP), Marcelo Ricardo de Souza (IP), Felipe Duarte (Unifesp), Rodrigo Silvestre Martins (Unifesp), Teodoro Vaske Jr (Unesp) e Carlo Magenta Cunha (Unimes)

Créditos

4 Créditos

Carga horária

60 Horas

 mínimo de alunos

4

 máximo de alunos

20

Período

22 a 30 de outubro de 2018

Cronograma e horário 

Horário das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00

Local de realização

Centro do Pescado Marinho (Santos).

Ementa

Conhecimento dos invertebrados como recursos pesqueiros, com ênfase em crustáceos e moluscos, a partir de estudos de aspectos básicos de seus ciclos de vida e habitat, possibilitando estimativas de parâmetros populacionais de maneira a permitir a exploração pesqueira de forma sustentável, bem como avaliar perspectivas futuras de demanda e aproveitamento.

Outras Informações Alunos favor trazer jalecos e material cirúrgico
Critérios de Avaliação  Apresentação de seminário

Bibliografia básica

BOYLE, P.R. Cephalopod Life Cycles. Species Accounts. London. Academic Press. 1985.

BOYLE, P.R. Cephalopod Life Cycles. Comparative Reviews. London. Academic Press. 1987.

BOYLE, P.R.; Rodhouse, P. ‪Cephalopods: Ecology and Fisheries. John Wiley & Sons. 2008. 464 p.

BROWN, A.C.; McLACHLAN, A. The Ecology of Sandy Shores. Academic Press, 2010. 392p.

FAO. Cephalopods of the World: ‪‪An Annotated and Illustrated Catalogue of Cephalopod Species Known to Date. 4. FAO Species Catalogue for Fisheries Purposes. 2015. 358p.

FOREST, J.; VON VAUPEL-KLEIN, C. (Eds.). Treatise on Zoology-Anatomy, Taxonomy, Biology. The Crustacea. 3. Brill. 2012. 560 p.

GALIL, B.S.; CLARK, P.F.; CARLTON, J.T. In the Wrong Place - Alien Marine Crustaceans: Distribution, Biology and Impacts. ‪Springer Science & Business Media. 2011. 716 p.

IVERSEN, E.S. Living marine resources: their utilization and management. Springer Science & Business Media. 2012.

JEREB, P.; ROPER, C.F.E. Cephalopods of the World: Chambered nautiluses and sepioids (Nautilidae, Sepiidae, Sepiolidae, Sepiadariidae, Idiosepiidae, and Spirulidae). ‪1. FAO Species Catalogue for Fisheries Purposes. 2005. 294 p.

JEREB, P.; ROPER, C.F.E. Cephalopods of the World: ‪An Annotated and Illustrated Catalogue of Cephalopod Species Known to Date. 2. FAO Species Catalogue for Fisheries Purposes. 2005. 605p.

MARTÍNEZ, S.; del RÍO, C.J.; ROJAS, A. Biogeography of the Quaternary Molluscs of the Southwestern Atlantic Ocean. ‪Springer Science & Business Media. 2013.

MELO, G.S. Manual de Identificação dos Brachyura (caranguejos e siris) do litoral brasileiro. São Paulo: Ed. Plêiade/FAPESP, 1996, 260 p.

PETUCH, E.J. Biogeography and Biodiversity of Western Atlantic Mollusks. CRC Press. 2013.

STURM, C.F.; PEARCE, T.A.; VALDÉS, A. The mollusks: a guide to their study, collection, and preservation. Universal-Publishers. 2006.

VASKE-JR, T. Lulas e polvos da costa brasileira. Fortaleza: UFC / LABOMAR. 2011. 184p.

VIDAL E.G. (ed.) Advances in Cephalopod Science: Biology, Ecology, Cultivation and Fisheries. ‪Academic Press. Advances in Marine Biology. 67. 2014. 478p.

 end faq