31 de maio - Fim do defeso do camarão

I PROCESSO SELETIVO PARA CONCESSÃO DE BOLSA DE PÓS-DOUTORADO

II PROCESSO SELETIVO PARA CONCESSÃO DE BOLSA DE PÓS-DOUTORADO

CORONAVÍRUS: AÇÕES EM SP

COMUNICADO AO PÚBLICO

Saiba como escolher, armazenar e preparar adequadamente o seu pescado

Notícias

Fórum de Economia Solidária da Baixada Santista realiza encontros virtuais para consolidar e dar visibilidade ao segmento

forum baixada santista logo

Denominados Rodas de Conversas, os eventos têm sido realizados pela organização que tem na sua secretaria executiva o extensionista Newton Rodrigues, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), que atua na Casa da Agricultura de Santos, ligada à Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) Regional São Paulo, e parceiros.

Neste tempo de pandemia, em que as relações sociais, econômicas e com o meio ambiente têm sofrido transformações radicais, o conceito de solidariedade vem ganhando contornos cada vez maiores e se tornando a base de ações que se estendem por diversos segmentos da sociedade. Mas quando se fala em Economia Solidária (Ecosol), ele se expande para além dos sinônimos descritos no dicionário: ajuda, assistência, socorro, caridade. Nesse contexto, ela pode ser concebida como uma alternativa inovadora na geração de trabalho – como meio de emancipação humana em um processo de democratização econômica – e na inclusão social. Nesse caso, a solidariedade é sinônimo de reciprocidade.

“A Ecosol se consolida na forma de uma rede que integra quem produz, quem vende, quem compra; tendo por princípios, democracia, solidariedade, cooperação, respeito à natureza, comércio justo e consumo solidário”, avalia o extensionista Newton Rodrigues, da Casa da Agricultura de Santos,e um dos organizadores das ‘Rodas de Conversa’ e integrante do Fórum da Economia Solidária da Baixada Santista, organização informal plural, integrada por voluntários, entre os quais os extensionistas da SAA e de prefeituras; pesquisadores científicos de universidades como a Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Pontifícia Universidade Católica (PUC); associações e organizações de produtores rurais e de comunidades tradicionais; associações e coletivos de cultura; cooperativa de catadores de recicláveis; e uma associação de consumidores, com 160 membros, que adquirem produtos orgânicos de produtores do Litoral Sul, do Vale do Ribeira e do Alto do Tietê.

Ainda no campo das definições, o conceito de Ecosol pode ser definido como um conjunto de atividades econômicas – de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito – organizadas sob a forma de autogestão. Nesse sentido, Newton lembra que no Estado de São Paulo, principalmente na Baixada Santista, existe uma expressiva diversidade de experiências, que precisam ser mais conhecidas da sociedade, ampliadas e consolidadas. “Na área rural temos diversos empreendimentos com pequenos produtores, principalmente orgânicos e agroecológicos, pescadores artesanais, comunidades tradicionais. Há feiras de produtores, a Barraca do Produtor – espécie de drive thru com nove agricultores familiares de Itanhaém – e delivery organizado por eles. Essas experiências são denominadas Redes Solidárias, nos municípios de Peruíbe, Itanhaém, Bertioga e Mongaguá, sendo essa última criada a fim de que a produção agrícola e a comercialização continuassem no munícipio, neste momento de isolamento social e queda na comercialização. Essa reativação contou com a participação e o apoio de membros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, da Prefeitura Municipal e da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio da CDRS Regional. Uma expectativa das Redes Solidárias é dar continuidade a essas formas de comercialização, mesmo após o período de isolamento social, no sentido uníssono de valorizar a produção local, fortalecer a economia do município e estreitar os laços de amizade, confiança e respeito entre as pessoas envolvidas”.

 

Rodas de conversa

A primeira reunião virtual aconteceu no dia 7 de maio, com o objetivo de elucidar os principais pontos da emergência de Redes de Economia Solidária em quatro municípios da região - Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Bertioga. A mediação foi feita pelo professor Davis Sansolo, da Unesp, e teve a participação de Juanita Trigo (Peruíbe), Thais Muraro (Itanhaém), Hemerson Calgaro (Mongaguá) e Camila Mie (Bertioga). “O público formado 50 pessoas, principalmente jovens e novos integrantes do movimento de economia solidária de várias cidades, foi unânime em reconhecer a Ecosol como uma reação bem-sucedida, em tempos de pandemia, de pequenos agricultores, pescadores artesanais, artesãos, prestadores de serviços e proprietários de empreendimentos de gestão familiar para manter a economia em movimento. Para todos, ficou claro que a organização da economia, com fundamentação no associativismo, na cooperação com o outro e não na competição, é a única forma de construção de uma vida coletiva melhor”, salienta Newton.

No dia 19 de maio, o tema debatido com 84 pessoas de São Paulo e outros estados foi a Economia Solidária e a Gestão Pública. Na Roda de Conversa, que também contou com a participação do extensionista Newton Rodrigues, da SAA, na organização, esse assunto foi discutido pelo professor André Ricardo de Souza, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); por Abelardo Gonçalves Pinto, vice-presidente da Associação Paulista de Extensão Rural (Apaer); e pela professora e pesquisadora Maria do Rosário C. S. Gomes, da PUC São Paulo; com mediação de Adolfo Homma, articulador do Fórum Paulista de Economia Solidária.

“Para reflexão dos participantes, considerou-se que a governança é construída quando gestão pública efetiva se torna a gestão pública intencional, de acordo com os conceitos, de que a efetiva é um conjunto de ações, leis, atividades e formas de organização existentes ou não realizadas pelo poder público, organizações não governamentais e grupos de Ecosol. E a intencional é aquela que gostaríamos que existisse, com poder público, leis e organizações de Ecosol atuando de forma alinhada, integrados a uma rede sociotécnica, com o processo de construção de autogestão em curso”, informa Newton.

“A nossa conversa girou em torno de gestão pública e Ecosol, mostrando a diferença entre os sistemas convencionais competitivos e os baseados na cooperação, solidariedade e participação popular; bem como na distinção de gestão pública abrangendo diferentes atores e gestão governamental, na qual as decisões são tomadas e os planejamentos efetuados exclusivamente pelos agentes públicos. Destacou-se o papel estratégico da Ecosol de geração de trabalho e renda nesse período pós-Covid-19, mas que para isso será necessária uma interlocução democrática entre os diversos atores. Também ficou clara a importância dos Fóruns de Economia Solidária no processo de incentivo aos empreendimentos econômicos solidários, inclusive foi apresentado o cadastro feito pelo Fórum Paulista, de todos os empreendimentos solidários de São Paulo, para dar maior visibilidade a eles, ressaltando a necessidade de incrementar as políticas públicas voltadas à Ecosol”, avalia Abelardo Gonçalves, da Apaer.

Em sua fala, Abelardo trouxe para o debate a importância do papel do extensionista na mediação dos empreendimentos solidários junto às comunidades rurais, conceituando a extensão rural e destacando a participação da Secretaria de Agricultura, por intermédio da CDRS, com a execução do Projeto Microbacias II, por meio do qual foram investidos milhões de reais em empreendimentos de comunidades quilombolas e indígenas, que se tornou um grande incentivo para a Ecosol em todo o interior do Estado. Também destacou o papel importante da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), na atuação junto aos assentamentos e às comunidades tradicionais, destacando o edital lançado na semana do dia 20 de maio ‒ por meio dele foram adquiridas 25 toneladas de alimentos produzidos nas comunidades quilombolas e entregues às aldeias indígenas, em apoio emergencial durante a pandemia da Covid-19.

Nas duas rodas de conversas realizadas até o momento, ficou claro que as transformações nas relações sociais e comerciais, que estão ocorrendo neste período de pandemia, têm a tendência de se tornarem perenes no decorrer do tempo. O que inclui o teletrabalho e as necessidades de consumos mais locais, novos hábitos sanitários, busca por alimentos mais saudáveis (nesta pandemia levantamentos apontam um aumento de quase 40% na comercialização e consumo de alimentos orgânicos), entre outros.

A próxima edição da roda de conversa, organizada pelo Fórum de Economia Solidária da Baixada Santista, acontece dia 28 de maio, com o tema “A pesca artesanal frente à Covid-19: dificuldades e soluções coletivas”. A mediação será da pesquisadora do Instituto de Pesca, da SAA, Ingrid Cabral Machado. “Serão apresentados dados do volume de captura de pescado nos municípios da Baixada Santista, bem como debatidas as dificuldades enfrentadas pelos pescadores artesanais e as soluções construídas em alguns locais. Os questionamentos que nortearão a discussão serão: é possível pescadores, poder público e consumidores construírem redes econômicas solidárias para fortalecer a pesca artesanal? Como seriam?”, informa Newton.

 

Por: Paloma Minke, Assessora de Imprensa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Imagem: Facebook do Fórum de Economia Solidária da Baixada Santista

Secretarias estaduais criam grupo de trabalho para elaboração de Planos de Ordenamento Pesqueiro

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Participam da iniciativa representantes da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e Secretaria de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente

Secretarias de Governo do Estado de São Paulo se unem para a instituição de um grupo de trabalho para elaboração de Planos de Ordenamento Pesqueiro no Estado. A Resolução, publicada no Diário Oficial de 12 de maio de 2020, foi assinada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e Secretaria de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente para que o grupo elabore os Planos, em até 180 dias, visando estabelecer as diretrizes e as regras para pesca de espécies da fauna silvestre ameaçadas de extinção.

De acordo com o pesquisador do Instituto de Pesca (IP-APTA), órgão de pesquisa ligado à Secretaria de Agricultura, Venâncio Guedes de Azevedo, o objetivo é buscar formas para explotação econômica sustentável das espécies de peixes de água doce e salgada a partir de seu status de conservação, conforme o Decreto Estadual 63.853, de 27 de novembro de 2018.

“A ideia é elaborarmos planos de explotação de algumas espécies de peixes, visando minimizar os danos ambientais. Levaremos em consideração as características do estoque pesqueiro, a forma de captura e o esforço de pesca utilizado”, explica Guedes.

Para o desenvolvimento do trabalho, o grupo contará com representantes do IP, da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade, por meio do Departamento de Fauna e Departamento de Fiscalização, e da Fundação para a Produção e Conservação Florestal do Estado de São Paulo.

Segundo a resolução, o Policiamento Ambiental, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, será membro convidado permanente do Grupo de Trabalho, que será coordenado pelos membros titulares representantes do Departamento de Fauna, da Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade, pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente, e do Instituto de Pesca, pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

“Mesmo neste momento de pandemia e isolamento social, continuamos em contatos, mesmo que virtuais ou por telefone, com os pescadores em todo o litoral paulista e rios no interior, mantendo o vínculo com o setor de produção, que nos auxiliará com importantes informações para elaborarmos estes planos”, afirma o pesquisador do Instituto de Pesca.

 

Por: Fernanda Domiciano, Assessora de Imprensa da Agência Paulista de Tecnologias do Agronegócio

Imagem: acervo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Aquicultura no inverno: cuidados necessários com os peixes

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Na metade do outono, algumas regiões do Estado de São Paulo já começaram a registrar temperaturas abaixo de 20ºC. A temperatura ambiente é um importante parâmetro de escolha do local para a implementação de um empreendimento de Aquicultura. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Pesca, explica quais são os cuidados necessários que o aquicultor precisa ter com os peixes em cultivo.

As espécies de organismos aquáticos mais utilizadas na Aquicultura paulista são a tilápia e o pacu. Elas são originárias de regiões com clima tropical, onde a temperatura da água ideal para sobrevivência e crescimento se situa entre 25ºC e 28ºC. Mas o que acontece com os peixes quando a temperatura da água fica fora da faixa ideal? Temperaturas extremas, tanto baixas como altas, podem fazer os peixes adoecerem e até mesmo morrer.

Como a temperatura influi na saúde do peixe?

Embora existam exceções, peixes são animais cuja temperatura corpórea é igual à temperatura da água em que se encontram, seja em ambiente livre ou em cativeiro. A grande maioria dos peixes regula o seu metabolismo de acordo com a temperatura da água em que se encontram, que pode ser acelerado, no caso de a temperatura se elevar, ou diminuído, no caso da temperatura baixar. Nessa época em que as temperaturas do ambiente começam a diminuir, a temperatura da água também baixa para níveis considerados desconfortáveis para os peixes.

A maior consequência que o frio proporciona é a diminuição do metabolismo, o que faz o peixe reduzir sua necessidade de se locomover e de se alimentar, pois seus processos metabólicos – como respiração, digestão e excreção – diminuem. Isso faz com que os peixes tenham menos fome e se alimentem com menor frequência, ou até mesmo parem de se alimentar. Nos ambientes de piscicultura, esse jejum acaba sendo prejudicial aos criadores, pois torna o crescimento dos peixes muito lento ou nulo.

Um problema maior que pode ocorrer devido à baixa temperatura é quando os peixes estão com alguma predisposição a doenças. Isso mesmo, em tempos de pandemia de Covid-19, por exemplo, muito se fala sobre pessoas em grupos de risco. Isso existe também entre os animais, e os peixes não ficam fora dessa analogia.

O que fazer para evitar que os peixes fiquem doentes devido ao frio?

Uma doença, ou qualquer enfermidade que acometa peixes, geralmente está associada a vários fatores. O estresse faz com que várias coisas ruins sejam desencadeadas, fazendo com que os peixes entrem no “grupo de risco”. Similarmente, quando não há estresse, ou quando o peixe ou grupo de peixes não está no “grupo de risco”, as chances dos animais ficarem doentes são bastante reduzidas.

Em uma situação em que os peixes estejam sendo criados em um ambiente ideal (água de boa qualidade, com boa oxigenação, com pH adequado, alimentação balanceada e em densidade adequada), a água poderá esfriar abaixo do ideal, e mesmo assim os animais conseguirão permanecer saudáveis, mesmo durante essa época de jejum, pois estão com o sistema imunológico funcionando perfeitamente. Já no caso de peixes no grupo de risco, esses tendem a ser os primeiros acometidos por alguma enfermidade, pois não estavam fisiologicamente preparados para esse desafio.

O pesquisador científico Eduardo Makoto Onaka, do Centro Avançado de Pesquisa do Pescado Continental (IP-APTA), esclarece que “essa situação será verdadeira se o período de frio não for muito longo, e muito menos ocorrer um declínio da temperatura muito além da capacidade de sobrevivência da espécie. Em invernos rigorosos, ou quando ocorrem massas de ar polares muito intensas, é inevitável que algum tipo de enfermidade decorrente do frio ocorra nos peixes tropicais”. Nesse caso, a sobrevivência dependerá de peculiaridades de cada piscicultura, como localização, histórico anterior de enfermidades, arquitetura da construção dos viveiros, entre outros.

O Instituto de Pesca orienta que em caso de mortalidade se deve procurar sempre o técnico responsável.

 

Por: Pesquisador Eduardo Onaka (CAPPC-IP-APTA) e Gabriela Souza (CECOM-IP)

Imagem: acervo CECOM-IP

Agricultores familiares têm novo canal para comunicar perdas de alimentos

29 Mapa

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), anunciou na última quarta-feira (13) um novo canal exclusivo e gratuito no WhatsApp para que agricultores familiares comuniquem o órgão federal sobre possíveis perdas de alimentos ocasionadas por problemas na comercialização em função da Covid-19.

Para acessar a nova ferramenta, chamada Disque Perdas de Alimentos, basta clicar aqui ou salvar o número (61) 9873-3519 na agenda de contatos do telefone e enviar um “Oi” por mensagem no WhatsApp. O atendimento será iniciado automaticamente com o envio de perguntas essenciais para que a situação do agricultor familiar seja analisada.

Segundo o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, o objetivo do canal é garantir que as informações cheguem ao órgão de forma rápida e organizada para que novas medidas sejam avaliadas.

“Queremos saber e poder ajudar. Além de organizar o fluxo das comunicações sobre perdas de alimentos, este canal vai nos aproximar ainda mais dos agricultores e suas organizações, como cooperativas, agroindústrias e associações, que estão com dificuldades na comercialização dos seus produtos, permitindo um contato direto com o Mapa, que continua estudando novas medidas para auxiliar os pequenos produtores afetados pela pandemia”, diz.

Informações sobre as ações adotadas pelo Mapa para garantir o abastecimento de alimentos no país e apoiar os produtores rurais neste momento de pandemia do novo coronavírus estão reunidas na página especial “Mapa Contra Coronavírus”.

-> Clique aqui para acessar o Disque Perda de Alimentos no WhatsApp

 

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) - https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/agricultores-familiares-tem-novo-canal-para-comunicar-perdas-de-alimentos

Imagem: Mapa

Agenda

Curso Básico de Criação de camarões de água doce

Data:   06 de novembro de 2020

Horário: 8h às 17h

Breve Resumo: O curso apresentará a carcinicultura de água doce de uma forma básica, a fim de proporcionar ao aluno a percepção de poder ou não se tornar um produtor de camarões.

Público-alvo: produtores, técnicos, alunos e demais interessados.

Coordenação: Helcio L A Marques – Pesquisador do Instituto de Pesca de SP

Número de Vagas: 25

Investimento: R$ 250,00

Informações sobre inscrições/pagamento: falar com Eduardo, telefone: (19) 3739-8085

Inscrições: clique aqui

Local:  Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento (UPD) de Pirassununga

Endereço: Av. Virgílio Baggio 85 – CEP: 13041-004 – Pirassununga – SP

Programação

8h - Inscrições e entrega de material

8h30 - Abertura: Apresentação dos PQcS e programação do curso; Introdução: Histórico do cultivo, valor econômico, produção no Brasil

9h - Aspectos biológicos

10h às 10h30 - Coffee break

10h30 - Seleção do local de cultivo

12h - Almoço livre

14h - Povoamento, manejo hídrico e alimentar

15h - Despesca e abate

15h30 - Coffee break

16h - Comercialização e estratégias de marketing

17h - Esclarecimento de dúvidas e encerramento

Incluído no curso

- Material de apoio – bloco, caneta

- Coffee break nos intervalos

- Certificado digital do Instituto de Pesca

Cursos Marcadores moleculares para melhoramento e conservação de organismos aquáticos

Data:   17 de agosto de 2020

Horário: 8h às 16h30

Breve Resumo: Apresentar uma metodologia simples de aplicar marcadores moleculares para avaliar uma população, seja para conservação ou no melhoramento de organismos aquáticos.

Público-alvo: profissionais, estudantes de Graduação e Pós-graduação.

Coordenação: Fernando Stopato da Fonseca – Pesquisador do Instituto de Pesca de SP

Número de Vagas: 40

Investimento: R$ 100,00 profissionais e R$ 50,00 estudantes

Informações sobre inscrições/pagamento: falar com Fernando Stopato pelo telefone: (17) 3232-1777.

Inscrições: clique aqui

Local: Auditório do Instituto de Pesca de São José do Rio Preto.

Endereço: Av. Abelardo Menezes S/N, CEP: 15092-607 - São José do Rio Preto - SP.

Programação

8h às 8h30 - Recepção e entrega do material

8h30 às 9h30 - Processo de Domesticação não Intencional

9h30 às 10h - Coffee Break

10h às 12h - Aspectos relacionados à implantação de programas de melhoramento genético ou conservação

12h às 13h - Intervalo almoço

13h às 14h - Fatores que atuam sobre o desempenho de peixes ou manutenção da espécie

14h às 15h - Metodologia de Utilização dos Marcadores

15h às 15h30 - Coffee Break

15h30 às 16h30 - Metodologia de Utilização dos Marcadores

Incluído no curso

- Material de apoio – bloco, caneta

- Coffee break nos intervalos

- Certificado digital do Instituto de Pesca

Minicurso de Férias: Conceitos de ambientes aquáticos de água doce para uso na Aquicultura

Data:   29 de julho de 2020

Horário: 8h30 às 17h30

Realização: Instituto de Pesca

Breve Resumo: Principais conceitos sobre ecologia aquática e suas inter-relações com os diferentes compartimentos do ecossistema. Aquicultura e boas práticas de manejo. Características físicas e químicas da água e suas relações com a produção de peixes e diferentes organismos aquáticos

Local: Auditório do Instituto de Pesca de São Paulo

Público-alvo: graduandos e graduados de diferentes áreas do conhecimento público em geral, técnicos ambientais e agropecuários.

Coordenação: Dra Cacilda Thais Janson Mercante – Pesquisadora do Instituto de Pesca de SP

Professores Convidados: Dr Clóvis Ferreira do Carmo; Dr João Alexandre Saviolo Osti

Número de Vagas: 30

Investimento: R$ 150 (profissionais), R$ 75,00 (estudantes)

Informações sobre inscrições/pagamento: falar com Cibele pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone: (11) 3871-7588

Inscrições: clique aqui

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 455, Parque da Água Branca – São Paulo - SP

Programação

8h30 às 9h - Recepção e entrega do material

9h às 10h30 – O ecossistema aquático natural, ciclo hidrológico, a bacia hidrográfica

10h30 às 10h50 - Coffee Break

10h50 às 12h – O ecossistema aquático modificado (impactos ambientais), usos múltiplos da bacia hidrográfica.

12h às 13h - Intervalo almoço

13h às 14h30 – Introdução à aquicultura e as boas práticas de manejo

14h30 às 15h30 – Características físicas e químicas da água principais conceitos

15h30 às 16h - Coffee Break

16h às 17h30 - Características físicas e químicas da água e suas relações com a produção de peixes e diferentes organismos aquáticos

Incluído no curso

- Material de apoio – bloco, caneta

- Coffee-break nos intervalos

- Certificado digital do Instituto de Pesca

 

IP Na Mídia

Brasil entre os melhores países com segurança alimentar

No Programa Bem da Terra desta sexta-feira (29), a jornalista Renata Maron conversou, via Skype, com a pesquisadora científica do Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Rubia Yuri, sobre o Selo Arte para Pescado, uma iniciativa que passou a facilitar a comercialização e o acesso ao consumidor em todo país, com objetivo de assegurar a qualidade de produtos, feitos manualmente e à base de matéria-prima de origem vegetal.

Assista à reportagem clicando aqui.

Para saber mais sobre o Selo Arte, acesse aqui uma das matérias sobre o assunto.

Fonte: BAND, TV Terra Viva, Programa Bem da Terra, Abril/2020 (https://tvterraviva.band.uol.com.br/)

 

Conheça as espécies de pescado com maior produção e captura em São Paulo

 

 

O processo de cultivo de peixes, conhecido como aquicultura ou piscicultura, vem crescendo no mundo e o Brasil tem conquistado cada vez mais produtores e consumidores de espécies cultivadas. Segundo os Anuários da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), a produção foi de 578.800 toneladas em 2014 e de 758.006 toneladas em 2019, representando um aumento de 31% para o setor, sendo o maior índice entre todas as proteínas animais no País.

 

A fim de apoiar o aumento da comercialização de pescado  em São Paulo, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento apresenta os pescados mais produzidos por aquicultores, capturados por pescadores e encontrados, principalmente neste momento, nos estabelecimentos comerciais paulistas, com preços mais acessíveis e os cuidados orientados aos comerciantes para a manipulação, preservação e apresentação dos produtos.

Pescados mais vendidos em São Paulo

Segundo a Peixe BR, São Paulo produziu em cativeiro 69.800 toneladas em 2019. Já o Programa de Monitoramento da Atividade Pesqueira Marinha e Estuarina do Estado de São Paulo (PMAP-SP), do Instituto de Pesca (IP), órgão da pasta, de julho a setembro de 2019, registrou o descarregamento de 4.482,5 toneladas de pescados em São Paulo.

– Tilápia: Entre as espécies cultivadas é, sem dúvida, o grande destaque, que chega a colocar o Brasil em 4º lugar do ranking mundial, com representatividade de 57% na produção total, ficando atrás de China, Indonésia e Egito. São Paulo é o segundo maior produtor da espécie, que também é a mais exportada pelo Brasil. De carne branca, magra e suave, sem odor intenso, capaz de render filés sem espinhas, a tilápia tem sido muito bem aceita nas mesas da população paulista, até em função do preço acessível quando comprada a peça inteira, e por ser considerada um pescado “magro”, ou seja com fonte de proteínas e gorduras insaturadas, o que a faz ter menos calorias e mais proteínas quando comparada com outras proteínas animais.

– Pintado: Com ocorrência maior nos rios da bacia do Prata, é peixe saudável de carne suculenta e quase sem espinhos. O surubim, assim conhecido na Região Norte, é mais consumido nos estados dessa área; mas também pode ser encontrado na versão fresca em peixarias e supermercados de São Paulo, assim como os peixes redondos como o tambaqui e o pacu (e o híbrido tambacu), piau e pirarucu, que têm sabor assemelhado ao bacalhau, não perdendo em nada para o importado. Caso o consumidor só encontre na versão congelada, indica-se que não se deve resfriá-lo na água quente, pois interfere na textura da carne.

– Panga: Tem ganhado espaço nos tanques de criação e nas prateleiras dos comerciantes paulistas, disputando com o salmão a terceira posição entre os importados.  De acordo com pesquisa da Peixe BR, a oferta do panga produzido no Brasil ainda é pequena, mas saiu de 4,6% para 5% no total da produção, tendo São Paulo se destacado como maior produtor da espécie, que já é facilmente encontrada em peixarias e supermercados.

Pesquisa realizada em 2019 pela WWF-Brasil, observou que algumas espécies de panga, resultantes do cultivo em Aquicultura, são as melhores para serem consumidas. Mesmo considerado um peixe “gordo”, tem grande indicação ao consumo, uma vez que sua gordura é boa, contendo ômega 3. É um peixe muito apreciado na gastronomia, pois possui baixo odor e absorve temperos muito bem, mas é preciso ter cuidado no preparo, pois sua carne é extremamente macia.

– Truta: apresenta elevado teor de ômega 3 e nutrientes, importantes na prevenção de doenças coronarianas, por exemplo. A truta salmonada, que é uma ótima opção para substituir o salmão, principal espécie importada e utilizada na gastronomia oriental.

– Tainha: uma das 20 principais categorias de pescado descarregadas no Estado de São Paulo, no período de julho a setembro de 2019, junto ao camarão sete-barbas, que encabeça a lista, sobretudo nas cidades de Santos e Guarujá; a Corvina, Pescada, Porco e Cavalinha. De água doce ou salgada, a tainha é muito consumida devido ao bom preço. Durante a compra, é preciso verificar a firmeza da carne, o odor fraco e a quantidade de gelo em que estiver conservada a qual não deve ser em grandes blocos, o que sugere estar há mais tempo sendo congelada.

Assim como a carne vermelha, o leite, os grãos e outros alimentos, a variedade do pescado também faz parte da agricultura e da alimentação saudável da população paulista; o que tem levado a Secretaria de Agricultura e Abastecimento a apoiar, ainda mais neste momento, os atores da cadeia produtiva que têm demonstrado resiliência na adaptação diante de tantas mudanças.

 

Fonte: O Defensor, Abril/2020 (www.odefensor.com.br)

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Fazendas marinhas podem gerar até 8 mil empregos no Litoral

A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento identificou 2.230 hectares aptos para implantação de fazendas marinhas no Litoral Norte. A área é equivalente à de 2.230 campos de futebol e está distribuída em 44 locais diferentes. A ideia é fomentar a produção de algas da espécie Kappaphycus alvarezii. Estudos liderados pelo Instituto de Pesca com participação da USP, Unicamp e Unesp concluíram que as fazendas podem gerar oito mil empregos e injetar R$ 64,3 milhões/ano na economia das quatro cidades do Litoral Norte.

Introduzida no Estado em 1995, a Kappaphycus alvarezii pode ser transformada em biofertilizante e bioplástico, além de servir como matéria-prima às indústrias de cosméticos e medicamentos. O vegetal também demonstrou potencial para extração de bioetanol. Na alimentação, a alga vira farinha e ingrediente das carnes mecanicamente separadas de peixes.

A expansão da algicultura vem sendo monitorada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que considerada a produção de algas uma importante atividade econômica, capaz de atender à crescente demanda por proteína barata e sustentável, sem a necessidade de abertura de novas fronteiras agrícolas.

Em termos ambientais, as áreas com potencial para o cultivo identificadas pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento podem absorver 15.739 toneladas/ano de gás carbônico da atmosfera, aliando atividade econômica e respeito a parâmetros oceanográficos. Os responsáveis pelos estudos acreditam que a produção deve ganhar impulso nos próximos meses com a publicação do Plano Gestor da Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte.

 

Fonte: Gazeta de São Paulo, Abril/2020 (www.gazetasp.com.br)

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